Imagem de fundo

Um tribunal Regional possui um roteador de borda que conecta a rede interna a dois prov...

Um tribunal Regional possui um roteador de borda que conecta a rede interna a dois provedores de internet (ISP1 e ISP2). A tabela de rotas IPv4 do roteador contém uma rota estática para o ISP1 e uma rota aprendida via OSPF vindo do ISP2:


S* 0.0.0.0/0 [1/0] via 200.10.10.1 (ISP1)

O 0.0.0.0/0 [110/20] via 201.20.20.1 (ISP2)

C 10.10.0.0/16 is directly connected, ETH0/0

C 192.168.100.0/24 is directly connected, ETH0/0


Considere que não há outras rotas mais específicas para destinos externos.


Quando um host da rede 192.168.100.0/24 envia um pacote para o endereço 8.8.8.8, o comportamento esperado de encaminhamento nesse roteador, de acordo com os critérios de escolha de rota em roteadores tradicionais, é que o pacote será:


A

encaminhado pelo ISP2, pois o OSPF sempre tem prioridade sobre rotas estáticas quando o destino é 0.0.0.0/0;


B

descartado, pois há duas rotas padrão conflitantes (estática e OSPF) e o roteador não consegue decidir qual utilizar;


C

encaminhado pelo ISP1, pois a rota estática padrão possui distância administrativa menor (1) do que a rota aprendida via OSPF (110);


D

encaminhado de forma alternada entre ISP1 e ISP2, pois o roteador faz load balancing automático sempre que existem duas rotas para 0.0.0.0/0;


E

enviado primeiro ao ISP2; se não houver resposta, o roteador automaticamente desativa a rota estática e passa a usar apenas a rota OSPF.