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Douglas, o arquiteto de software da Assessoria de Tecnologia e Inovação de um órgão púb...

Douglas, o arquiteto de software da Assessoria de Tecnologia e Inovação de um órgão público, está projetando o NAVER, um novo sistema de software a ser utilizado por vários órgãos vinculados. Douglas deve tomar uma série de decisões estruturais que afetam o NAVER e seu processo de desenvolvimento. Ao considerar os requisitos não funcionais já identificados para o NAVER, Douglas optou por utilizar a arquitetura cliente-servidor, visto que tal arquitetura:


A

requer que clientes conheçam a identidade dos servidores e que os servidores reconheçam a identidade dos clientes que estão acessando seus serviços;


B

é usada na construção de novos recursos em cima de sistemas existentes, usualmente quando o desenvolvimento está espalhado por várias equipes;


C

separa a apresentação e a interação dos dados do sistema, sendo útil quando são desconhecidos os futuros requisitos de interação e apresentação de dados;


D

é normalmente considerada para sistemas distribuídos, e o modelo lógico de serviços que rodam em servidores separados pode ser implementado em um único computador;


E

é adequada para aplicações nas quais os dados são gerados por um componente e usados por outro, já que esses dados são gerenciados em um repositório central, acessível a todos os componentes do sistema.