Observe a imagem a seguir.

Fonte: MENDES, D. R. Redes de Computadores: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2016. p. 374-375.
Considerando a estruturação e a manutenção de redes modernas de computadores bem como a atuação do Domain Name System (DNS) no processo de resolução de nomes, sua integração com a pilha TCP/IP, os mecanismos de roteamento e a independência em relação à topologia, à arquitetura e ao meio de transmissão da rede, assinale a alternativa INCORRETA.
O DNS pode ser compreendido, de forma conceitual, como um “arquivo hosts remoto”, cuja função principal é mapear nomes Internet para endereços IP, evitando a necessidade de memorização de endereços numéricos pelos usuários e aplicações.
Durante uma consulta DNS, é gerado um pacote IP cujo endereço de destino corresponde ao servidor DNS configurado no sistema operacional da máquina solicitante, independentemente da extensão geográfica, topologia ou meio físico da rede subjacente.
Caso o servidor DNS configurado localmente não consiga resolver o nome requisitado, a consulta é redirecionada para servidores DNS pertencentes à InterNIC, que informam o endereço IP do recurso final solicitado diretamente à máquina cliente.
O funcionamento do DNS está integrado ao modelo TCP/IP, permitindo que aplicações em redes locais, redes wireless ou redes de longa distância localizem recursos de forma lógica, sem dependência direta da arquitetura física ou da tecnologia de transmissão utilizada.
A resolução de nomes provida pelo DNS é essencial para o gerenciamento de redes, pois viabiliza a comunicação entre máquinas em uma infraestrutura TCP/IP, atuando de forma complementar a serviços como roteamento, DHCP e mecanismos de acesso a recursos de rede.