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O setor de TI da Casa Legislativa está iniciando o projeto de um novo Sistema de Apoio à Consulta Pública e Audiências Interativas, com o objetivo não apenas de aumentar a participação cidadã, mas também cumprir integralmente com as novas exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e de Acessibilidade Digital (eMAG). A equipe de Engenharia de Requisitos precisa priorizar e especificar os Requisitos Não Funcionais (RNFs) que são críticos para a aceitação pública e para a conformidade legal do sistema.
Correlacione os conceitos e as técnicas de Engenharia de Requisitos listados na Coluna I da tabela abaixo com suas aplicações e descrições complexas no contexto do setor público/legislativo, apresentadas na Coluna II.
Coluna I: Conceitos e técnicas de Engenharia de Requisitos | Coluna II: Aplicações e descrições |
I. Goal-Oriented Requirements Engineering (GORE) | A. Exige a blindagem de dados pessoais sensíveis de cidadãos em consultas públicas, aplicando a Lei Geral de Proteção de Dados e políticas de sigilo institucional. |
II. Requisito de confidencialidade | B. O tempo máximo para carregar o inteiro teor de um projeto de lei complexo em consulta popular, medido em picos de acesso após votações importantes, em conformidade com as diretrizes de Acessibilidade. |
III. Método FURPS+ | C. Utilizado para ligar requisitos de sistema a objetivos estratégicos de alto nível (ex: "Aumento da Transparência Legislativa"), ajudando a justificar e priorizar sistemas de apoio à decisão. |
IV. Requisito de Desempenho | D. Estrutura robusta para classificação de Requisitos Não Funcionais e outros atributos como Design, Implementação e Operacional. |
A correlação correta, na ordem apresentada, é
I – C; II – A; III – D; IV – B
I – A; II – C; III – D; IV – B
I – C; II – D; III – A; IV – B
I – B; II – A; III – C; IV – D
I – D; II – C; III – A; IV – B