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Uma Secretaria da Fazenda estadual opera um ambiente híbrido para processamento de decl...

Uma Secretaria da Fazenda estadual opera um ambiente híbrido para processamento de declarações fiscais, com diversas APIs internas acessando bases com dados sensíveis. A auditoria apontou ausência de padronização de criptografia, falta de documentação dos fluxos de dados e baixa visibilidade sobre onde e como os dados fiscais trafegam. O comitê decidiu priorizar ações alinhadas ao Controle 3 - Data Protection da CIS v8.1. Nesse cenário, a ação mais aderente a essa prioridade é


A

criar contas de serviço específicas para as APls fiscais e restringir suas permissões com base no princípio do menor privilégio e aplicação de criptografia forte.


B

implementar segmentação de rede entre módulos de processamento fiscal, auditoria interna e relatórios, mantendo os fluxos de dados inalterados.


C

mapear e documentar fluxos de dados sensíveis entre APls e bases fiscais, classificá-los por sensibilidade e aplicar criptografia em trânsito e em repouso.


D

migrar as APIs para a nuvem utilizando recursos gerenciados do provedor e autenticação forte para administradores de infraestrutura.


E

endurecer os servidores que hospedam as APls, desabilitando serviços desnecessários e aplicando atualizações de sistema operacional e criptografia forte.