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Uma Secretaria da Fazenda está implementando um Sistema de Detecção e Resposta de Endpoint (EDR) de última geração que utiliza modelos de Inteligência Artificial (IA) para identificar ameaças. Durante uma reunião técnica, surgiu a discussão sobre como esses modelos são desenvolvidos e aplicados na proteção contra malware desconhecido. Nesse contexto, um dos especialistas em segurança afirmou que os modelos de IA
utilizam bancos de dados de assinaturas hash (MDS, SHA-256) de malwares conhecidos, e a eficácia depende da velocidade com que novas assinaturas são adicionadas pelo fabricante após a descoberta de uma ameaça.
funcionam como mecanismos de whitelisting aplicativo estrito, em que apenas processos e arquivos previamente aprovados e catalogados em uma lista branca central podem ser executados, bloqueando qualquer comportamento novo ou não catalogado por padrão.
atuam principalmente como um sistema de correlação de logs avançados, agregando eventos de diferentes fontes (SIEM, firewall, DS) e aplicando regras do tipo if-then-else predefinidas por analistas para gerar alertas.
são treinados com grandes conjuntos de dados para aprender padrões intrínsecos e, após implantados, podem identificar ameaças do tipo zero-day ao detectar desvios significativos desses padrões aprendidos ou similaridades comportamentais.
são inerentes ao hardware especializado (como GPUs) em que elas são executadas, sendo que a troca do endpoint por um modelo com CPU menos potente invalidaria completamente a proteção, independentemente da qualidade do modelo treinado.