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Na testagem automática de software, a presença de não-determinismo pode fragilizar a eficácia dos testes. Que boas práticas podem ser adotadas para evitar não-determinismo em testes unitários?
Permitir o uso de sistemas externos reais, como bancos de dados e serviços Web, em testes unitários, o que também permite reproduzir ambientes de execução realistas e melhorar a cobertura dos testes.
Gerar dados de teste aleatorizados em cada execução, de modo a aumentar a variabilidade dos dados de entrada e, dessa forma, melhorar a confiabilidade, cobertura e robustez dos testes unitários.
Utilizar extensivamente a espera temporizada, como em Thread.sleep(), em testes concorrentes, de modo a estabilizar falhas relacionadas com temporização e reduzir a incidência de comportamentos intermitentes.
Lançar mão de implementações simuladas (mockups) em lugar do acesso ao relógio local e a serviços externos, isolando a unidade em teste e garantindo que cada teste seja independente de efeitos externos.