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O arquiteto de dados de uma Secretaria da Fazenda está projetando o novo banco de dados para o sistema de Arrecadação. O modelo precisa garantir que nenhum Pagamento seja registrado sem estar vinculado a um Contribuinte válido e que cada Estabelecimento seja identificado de forma exclusiva. Para assegurar a integridade e a consistência do ecossistema fiscal, o analista deve
tratar os Atributos como as conexões entre tabelas distintas e usar osRelacionamentos para descrever as colunas internas. Nesse cenário, permitir que a Chave Primária receba valores nulos (null) em casos de cadastros provisórios de empresas.
considerar que Entidades e Atributos são elementos facultativos no modelo relacional, desde que os dados estejam em Terceira Forma Normal, utilizando chaves primárias e estrangeiras apenas para acelerar as buscas (índices).
utilizar os relacionamentos lógicos para substituir as chaves estrangeiras, confiando que a integridade entre as tabelas será garantida apenas pelo código do sistema, o que torna as restrições (constraints) do banco de dados opcionais.
definir as Entidades como os objetos do mundo real, usar os Atributos para detalhar suas características e estabelecer a Chave Primária para identificar cada registro de forma única, enquanto a Chave Estrangeira é utilizada para conectar as tabelas e garantir a Integridade Referencial.
configurar a Chave Estrangeira para identificar cada linha dentro de sua própria tabela e reservar a Chave Primária para fazer o vínculo com tabelas externas, especialmente em tabelas de grande volume como a de Notas Fiscais.