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Uma Secretaria da Fazenda utiliza Kanban para gerenciar a fila de demandas da área de TI relacionada à fiscalização eletrônica, como ajustes em regras de validação de NF-e, correções em cruzamentos da EFD ICMS/IPI e melhorias em relatórios analíticos com o objetivo de aumentar a previsibilidade das entregas, reduzir acúmulo de trabalho e melhorar o fluxo contínuo das atividades. Para isso, a equipe que acompanha as métricas operacionais e aplica os princípios do método deve considerar que, na aplicação prática,
a principal métrica do Kanban é a taxa de utilização individual dos membros da equipe, pois o método prioriza eficiência local; o fluxo é avaliado pela quantidade de tarefas iniciadas, independentemente de sua conclusão.
as mudanças no processo no Kanban só podem ocorrer ao final de períodos previamente definidos, sendo as métricas de fluxo utilizadas para relatórios históricos, não impactando na gestão diária das demandas.
o Kanban exige iterações com duração fixa e planejamento formal no início de cada ciclo, utilizando velocidade (velocity) como principal métrica para prever a capacidade da equipe ao longo do tempo.
o limite de trabalho em progresso (WIP) é definido para fins de controle gerencial, não influenciando diretamente o tempo de entrega; métricas como lead time e cycle time são secundárias em relação ao volume total de demandas concluídas.
o Kanban orienta a visualização do fluxo de trabalho e a limitação do WIP para melhorar a fluidez das atividades; métricas como lead time, cycle time e throughput apoiam decisões de melhoria contínua no atendimento às demandas fiscais.