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Uma Secretaria da Fazenda mantém um sistema corporativo que integra cadastro de contribuintes, arrecadação, fiscalização eletrônica e relatórios gerenciais. Com o aumento do volume de acessos e a necessidade de evoluir módulos de forma independente, a equipe de TI avalia manter a arquitetura atual ou migrar gradualmente para microsserviços, entendendo que
os módulos em uma arquitetura monolítica compartilham o mesmo ciclo de implantação e execução, o que simplifica o desenvolvimento inicial; já em microsserviços, cada serviço pode ser implantado e escalado de forma independente, exigindo maior maturidade em integração, monitoramento e gestão operacional.
a adoção de microsserviços elimina a necessidade de testes integrados e observabilidade, pois cada serviço funciona de maneira isolada, enquanto sistemas monolíticos dependem de ferramentas externas para garantir confiabilidade.
a arquitetura monolitica impede qualquer tipo de escalabilidade seletiva, pois tados 05 componentes precisam ser replicados integralmente, enquanto microsserviços eliminam dependências entre módulos e dispensam mecanismos de comunicação entre serviços.
microsserviços são indicados apenas para sistemas pequenos e estáveis, pois a fragmentação do sistema aumenta a complexidade de implantação, tornando inviável o uso em ambientes críticos como os de arrecadação estadual.
a arquitetura monolitica facilta a govemança e o controle transacional distribuido entre módulos independentes, enquanto microsserviços concentram dados e regras de negócio em um único repositório para simplificar a consistência.