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Durante uma auditoria preventiva nos logs do sistema de arrecadação da Secretaria da Fazenda, a equipe de TI detecta que uma conta de serviço, utilizada para integração com bancos, estã realizando tentativas de acesso a tabelas de sigilo fiscal que não pertencem ao seu escopo. O Fiscal suspeita de um código malicioso explorando uma configuração de permissões excessivas. Para mitigar o risco de exfillração de dados e reestabelecer a governança de segurança, a ação prática mais adequada, baseada em gestão de riscos, é
implementar imediatamente um processo de classificação de toda a base de dados como “sigilosa” para eliminar a ameaça detectada, porque as vulnerabilidades de sistema são corrigidas automaticamente por essa mudança de rótulo e, então, o risco residual será aceitável após o reinício dos serviços.
substituir a política de controle de acesso discricionário por uma autenticação multifator para a conta de serviço, focando no bloqueio de ameaças externas, uma vez que vulnerabilidades internas de permissão de acesso não geram impacto financeiro ou legal significativo para o fisco.
priorizar a atualização das políticas formais de segurança para incluir novas punições disciplinares, partindo do princípio de que ameaças internas são neutralizadas por normas administrativas, e manter os perfis de acesso atuais até que a classificação das informações seja revisada pela diretoria.
realizar o mapeamento do agente causador da atividade atípica e identificar a falha de configuração ou falta de controle que permitiu o desvio; em seguida, aplicar o princípio do privilégio mínimo para reduzir o risco, ajustando os controles de acesso com base na criticidade da informação atacada.
isolar o servidor afetado para tratar a vulnerabilidade técnica de hardware, pois o risco é inerente aos sistemas legados e a classificação da informação não deve ser usada para restringir integrações automatizadas entre sistemas fiscais e bancários.