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Uma Secretaria da Fazenda precisa integrar sistemas internos de fiscalização com aplicações externas, como portais de serviços ao contribuinte e plataformas de análise de dados. Para isso, a equipe de TI aplica APIs baseadas em Web Services REST, utilizando JSON como formato de troca de dados, porque
Web Services REST exigem o uso exclusivo do protocolo SOAP e contratos formais WSDL, garantindo padronização rígida e validação estrutural das mensagens trocadas entre os sistemas integrados.
APIs REST utilizam recursos identificados por URIs, que operam de forma stateless, exploram métodos HTTP para ações sobre esses recursos e frequentemente empregam JSON como formato leve de representação.
em serviços REST, o formato JSON é utilizado nas requisições, sendo as respostas obrigatoriamente retornadas em XML para garantir compatibilidade com navegadores e sistemas legados da administração pública.
APIs REST focam em sessões mantidas no servidor para identificar o estado do cliente, o que facilita o controle transacional em integrações entre sistemas fiscais e garante maior segurança nas comunicações.
o uso de APIs REST elimina a necessidade de versionamento, pois mudanças nos contratos de dados são automaticamente absorvidas pelos consumidores, desde que o formato JSON seja mantido.