

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Na administração pública, a incorporação de inteligência artificial, automação de rotinas, integração contínua e diretrizes de governo digital exige distinguir planos tecnológicos, procedimentais e institucionais que não se confundem entre si.
Ferramentas de IA podem apoiar análise, classificação ou decisão assistida. Práticas de integração contínua dizem respeito ao ciclo de desenvolvimento e entrega e a transformação digital orientada ao serviço público envolve diretrizes mais amplas de organização, acesso e melhoria da prestação estatal.
Assinale a alternativa INCORRETA:
O uso ético da inteligência artificial, no setor público, não se resume ao desempenho técnico da ferramenta, podendo envolver cautelas relacionadas a transparência, supervisão, finalidade e impacto sobre os destinatários da atuação administrativa.
A automação decisional e a inteligência artificial correspondem necessariamente ao mesmo fenômeno tecnológico, razão pela qual toda rotina automatizada no setor público pressupõe aprendizado de máquina e processamento inteligente de dados.
A integração contínua se relaciona a práticas de desenvolvimento e atualização de software, não se confundindo, em sentido técnico, com a simples digitalização de serviços públicos nem com a adoção automática de decisões por sistemas inteligentes.
A transformação digital orientada ao serviço público pode envolver reorganização de processos, ampliação do acesso, integração de serviços e uso de tecnologias diversas, sem se reduzir a uma única ferramenta ou metodologia de desenvolvimento.
A articulação entre tecnologia, processo e governança exige distinguir o que pertence ao plano da ferramenta, o que integra o método de desenvolvimento e o que se insere na diretriz institucional de modernização administrativa.