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No modelo de qualidade definido pela ISO/IEC 25010, os requisitos não funcionais são organizados em características e subcaracterísticas que descrevem atributos de qualidade do software. Nesse contexto, é correto afirmar que a subcaracterística "interoperabilidade" está associada à característica de:
Portabilidade, já que a capacidade de um sistema operar em diferentes plataformas tecnológicas depende diretamente do uso de protocolos padronizados, o que viabiliza a troca de informações em ambientes distintos.
Segurança, pois a interoperabilidade pressupõe a autenticação mútua entre sistemas e o estabelecimento de canais criptografados para garantir a integridade e a confidencialidade dos dados trafegados.
Compatibilidade, por representar a capacidade de dois ou mais sistemas trocarem informações e utilizarem as informações que foram trocadas, de acordo com as especificações esperadas.
Usabilidade, considerando que a interoperabilidade deve ser transparente para o usuário final, permitindo que a interação entre sistemas ocorra sem necessidade de intervenção manual ou conhecimento técnico especializado.
Confiabilidade, uma vez que a troca de informações entre sistemas só pode ser considerada confiável se houver mecanismos de detecção e recuperação de falhas na comunicação, o que a alinha à tolerância a falhas.