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Um órgão público planeja substituir seu data center local por uma infraestrutura em nuvem pública para o sistema de processos digitais. A gestão exige uma análise que contemple a redução de custos ocultos de manutenção, o impacto da mudança de modelo de aquisição de ativos para contratação de serviços e a implementação de uma cultura de responsabilidade fiscal sobre o consumo variável de recursos computacionais. A estratégia financeira que reflete a aplicação correta desses conceitos na governança de TI é:
Priorização do modelo OPEX para a compra de licenças perpétuas de software, aplicando o ROI para mensurar a depreciação do hardware local e o FinOps para centralizar o controle de gastos no departamento financeiro.
Uso do CAPEX para o pagamento mensal de serviços de nuvem, focando no TCO para eliminar despesas operacionais variáveis e no ROI para atestar a eficiência energética dos novos servidores virtuais contratados.
Foco no cálculo do ROI para justificar a aquisição de novos servidores físicos, priorizando o modelo CAPEX para diluir os custos de licenciamento e suporte técnico ao longo do ciclo de vida útil do hardware do órgão.
Aplicação do TCO para mensurar o valor residual dos ativos de rede, utilizando o modelo OPEX para financiar a compra de infraestrutura própria e o FinOps para garantir o retorno sobre o investimento em curto prazo.
Utilização do TCO para identificar custos diretose indiretos, transição do modelo CAPEX para OPEX e adoção de práticas de FinOps para promover a visibilidade e a otimização de custos no ambiente de nuvem.


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