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Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual atende a um incidente no qual um servidor público suspeito de desviar recursos públicos teve seu notebook apreendido em sua sala. O equipamento está ligado e com a sessão de usuário aberta, exibindo uma planilha e um terminal de acesso a um sistema interno não autorizado. O analista precisa coletar evidências para uma investigação criminal, garantindo a integridade dos dados originais. Considerando as boas práticas de forense computacional, a conduta inicial mais adequada do analista é
manter o notebook ligado, capturar a memória RAM e os processos ativos, documentar tudo, e então proceder ao desligamento conforme protocolo pericial, antes de realizar a imagem bit a bit do disco.
fotografar a tela aberta exibindo a planilha e o terminal, desligar o notebook normalmente pelo sistema operacional e lacrar o equipamento em um saco antiestático,
desligar o notebook imediatamente puxando o cabo de energia e a bateria, para evitar alterações acidentais nos arquivos, e depois realizar uma cópia bit a bit do disco rígido do equipamento apreendido.
remover o disco rígido do notebook, conectá-lo a um segundo computador já limpo e copiar as pastas de documentos e os e-mails do servidor público suspeito investigado na operação.
fazer login no sistema com uma conta administrativa alternativa, copiar a planilha e o histórico do terminal para um pendrive, e depois desligar o equipamento.