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Uma instituição pública está revisando seus controles de acesso. O objetivo é permitir que servidores utilizem uma única identidade corporativa para acessar diferentes sistemas internos, reforçar a autenticação em acessos sensíveis e limitar privilégios administrativos apenas ao período necessário para execução de tarefas críticas.
Nesse cenário, uma implementação adequada de IAM (Identity and Access Management) consiste em
implementar SSO (Single Sign-On) como mecanismo de autorização granular, pois ele substitui controles como RBAC (Role-Based Access Control), ABAC (Attribute-Based Access Control) e PAM (Privileged Access Management) na definição de privilégios de acesso.
substituir o MFA (Multi-Factor Authentication) por senhas complexas, pois a autenticação multifator é incompatível com ambientes de SSO e dificulta a integração entre sistemas corporativos.
adotar SSO para centralizar a autenticação, MFA para reforçar acessos sensíveis, RBAC ou ABAC para controle de autorização e PAM para gerenciar acessos privilegiados.
utilizar PAM para autenticar todos os usuários comuns da organização, dispensando o uso de políticas de autorização como RBAC ou ABAC.
aplicar RBAC exclusivamente para criptografar credenciais armazenadas, deixando a concessão de permissões a cargo de cada usuário final.