Imagem de fundo

O pipeline de Integração Contínua (CI) do sistema de radar...

O pipeline de Integração Contínua (CI) do sistema de radar secundário de um aeroporto federal foi configurado com ferramentas automatizadas de testes de segurança de aplicações.


Na fase de compilação, o analisador emitiu um relatório estancando a esteira ao detectar o uso de funções inseguras de manipulação de strings em C++ que poderiam abrir brechas para corrupção de memória. O analista DevOps alegou que a esteira de build deveria ignorar o alerta, pois uma varredura dinâmica executada na aplicação rodando em ambiente de homologação simulado não conseguiu explorar a falha através de requisições de rede externas.


Com base nos conceitos que diferenciam as abordagens de segurança SAST (Análise Estática) e DAST (Análise Dinâmica), a decisão correta do engenheiro de software deve consistir em manter a esteira travada porque a técnica SAST


A

possui acesso completo ao código-fonte interno, conseguindo mapear caminhos de vulnerabilidade lógicos profundos ocultos ao DAST.


B

executa a aplicação em contêineres de isolamento sob estresse físico para simular o ataque de injeção de tráfego.


C

opera exclusivamente na camada de transporte de rede monitorando sessões HTTPS ativas em tempo real de execução.


D

dispensa o uso de assinaturas e regras heurísticas pré-configuradas para mapear falsos positivos operacionais.


E

altera dinamicamente o comportamento de bytecode compilado para emular o comportamento de um agente invasor.