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O Guia de Inteligência Artificial Generativa do Governo Federal (2026), elaborado como parte das ações do Núcleo de Inteligência Artificial (NIA) do Ministério da Gestão e da Inovação de Serviços Públicos (MGI), apresenta orientações sobre o uso de Inteligência Artificial Generativa (IAG) no setor público. Assinale a alternativa que NÃO corresponde, de acordo com o NIA, a um risco associado ao uso de ferramentas de inteligência artificial generativas, como o ChatGPT, o Gemini e o Copilot.
A IAG pode expor a organização e os usuários a uma série de riscos relacionados à segurança da informação caso não sejam adotadas práticas robustas de mitigação.
A IAG pode falhar em interpretar ou aplicar os dados corretamente em contextos diferentes daquele em que foi treinada.
A IAG pode incentivar o desenvolvimento de soluções locais de inteligência artificial, o que não é recomendado.
A IAG pode não considerar aspectos legais e éticos ligados a direitos autorais e propriedade intelectual.
A IAG pode gerar respostas que parecem plausíveis e confiáveis, mas que são incorretas ou inventadas, podendo induzir ao erro.