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Em Java, o tratamento de uma condição excepcional que pode ocorrer durante a execução de um bloco de código é estruturado, de forma típica, por meio de:
switch, case e default.
public, private e protected.
class, extends e implements.
try, catch e, quando necessário, finally.
No contexto do T-SQL avançado no SQL Server, é comum o desenvolvimento de rotinas e procedimentos armazenados que exigem maior controle sobre os dados retornados pelas consultas. Entre os recursos avançados, destacam-se os cursores. Considerando essa funcionalidade, qual das alternativas a seguir descreve CORRETAMENTE a função dos cursores?
Permitem criar variáveis temporárias para armazenar resultados agregados.
Permitem percorrer linha a linha em resultados de consultas, útil para processamento complexo.
Permitem executar transações de forma automática sem necessidade de COMMIT.
Permitem gerar índices automaticamente em tabelas de grande volume de dados.
Permitem agrupar registros com base em funções de agregação sem necessidade de GROUP BY.
A linguagem Java utiliza um mecanismo próprio para o tratamento de exceções, que é baseado em classes que tipificam erros com possibilidade de ocorrência durante a execução de um programa. Essas classes fazem parte de uma hierarquia definida pela linguagem e incluem exceções já existentes, além da possibilidade de criação de exceções pelo programador. Sobre tratamento de exceções em Java, é correto afirmar que:
exceções da classe Error são lançadas por programas de usuário e devem ser obrigatoriamente tratadas pelo programador
a classe IOException é uma subclasse de RuntimeException e ocorre apenas quando há erros de lógica no programa
a convenção em Java determina que exceções definidas pelo usuário sejam subclasses diretas da classe Error
todas as exceções em Java são objetos de classes descendentes da classe Throwable
Dado o código Java abaixo, assinale a opção que altera metodoQ para que metodoP assuma a responsabilidade de tratar a exceção.

public void metodoQ() throws IOException
public void metodoQ() handle IOException
public void metodoQ() throw IOException
public IOException metodoQ()
Na linguagem PL/SQL, a seção de tratamento de exceções permite que os programadores especifiquem quais ações devem ser tomadas quando uma determinada exceção ocorre.
Nesse contexto, a seguinte exceção é gerada quando um código PL/SQL tenta armazenar um valor duplicado em uma coluna que possui um índice exclusivo definido:
VALUE_ERROR
DUP_VALUE_ON_INDEX
NO_DATA_FOUND
TOO_MANY_ROWS
DUPLICATED_INDEX
Poucas surpresas são tão desagradáveis para um usuário quanto a interrupção abrupta da aplicação que ele está operando. Exceções em Java se referem aos erros que podem ser gerados durante a execução de um programa. No Java, a estrutura que trata as exceções é formada pelos comandos:
Set-throws-fainally.
try-throws-finally.
try-catch-end.
try-catch-finally.
set-catch-end.
Segundo Deitel e Deitel (2010), o tratamento de exceções é utilizado para processar erros síncronos.
Sobre tratamento de exceções no Java, é correto afirmar que relançar exceções ocorre
quando um bloco try é executado.
quando um bloco catch não pode processar uma exceção ou que só pode processá-la parcialmente.
quando uma exceção no bloco try puder ser capturada por um bloco catch.
quando, após uma exceção ser capturada pelo bloco catch, o programa pula e prossegue para o bloco finally.
O controle de acesso dos usuários ao banco de dados baseado em papéis (roles) permite
apenas a atribuição de vários privilégios a vários usuários.
apenas a revogação de vários privilégios de vários usuários.
a atribuição e a revogação de vários privilégios a vários usuários
a atribuição e a revogação de um único privilégio a vários usuários.
a atribuição e a revogação de vários privilégios a um único usuário.
A respeito do SharePoint, assinale a alternativa incorreta:
No SharePoint é possível criar novos sites e compartilhar documentos.
No SharePoint é possível armazenar e sincronizar documentos.
No SharePoint é possível organizar o trabalho com listas de tarefas e prazos dos projetos.
Todas as alternativas são falsas.
Em estruturas de controle, o uso de CASE permite optar por uma alternativa de um conjunto de possibilidades.