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A prototipação, uma abordagem para desenvolvimento de software na qual se cria um modelo do software que será implementado, é composta de quatro etapas: planejamento, análise de risco, engenharia e avaliação do cliente.
Certo
Errado
Pertencem à dimensão temporal do modelo iterativo RUP:
Inception e Transition.
Implementation e Deployment.
Requirement e Configuration.
Elaboration e Implementation.
Elaboration e Test.
A solicitação da gestão de mudança (change request management) trata tanto da captura e gestão das alterações solicitadas, geradas pelos interessados internos e externos, como da análise do impacto potencial da mudança. No entanto, não realiza o acompanhamento do que acontece com a mudança até que ela seja concluída, tarefa de responsabilidade do CM.
Marque a opção que NÃO corresponde a uma das fases do Processo Unificado.
Transição.
Manutenção.
Construção.
Concepção.
Elaboração.
Considere os seguintes passos de prototipação para avaliar rapidamente o esforço necessário para o desenvolvimento da interface de usuário no desenvolvimento de uma nova aplicação de software:
I. listar cada tela e definir seu tipo e complexidade;
II. definir objetos mock para cada tela da interface do usuário;
III. criar ao menos um protótipo para cada tipo de tela.
Sobre os passos de prototipação, deve-se selecionar o contido apenas em
I.
II.
III.
I e II.
I e III.
Na fase de Elaboração do processo unificado de desenvolvimento de sistemas é criado e apresentado como resultado da fase, dentre outros, o artefato
modelo de caso de negócio.
software integrado na plataforma de hardware.
plano de desenvolvimento do software.
protótipo de arquitetura executável.
manual de usuário.
Assinale a opção correta acerca das metodologias de desenvolvimento de software.
Extreme programming é um método centrado no usuário, na produtividade do desenvolvimento e na documentação de apoio.
RUP, uma metodologia adequada para grandes projetos de desenvolvimento, tem como características a facilidade de uso e a agilidade do projeto.
O Microsoft Solution Framework (MSF), apesar de não ser uma metodologia em si, mas um guia genérico para desenvolvimento, é uma solução ampla de engenharia de software que orienta desenvolvedores tanto no ambiente Microsoft, como em Unix.
O uso de uma ou mais metodologias de desenvolvimento é prejudicial ao bom desempenho do projeto.
Por ser embasado em componentes relacionados a objetos, o RUP permite a produção de uma arquitetura executável nas fases iniciais do projeto.
Pertencem aos Core Process ou aos Core Supporting Workflows do modelo iterativo RUP:
Construction e Test.
Requirements e Construction.
Configuration and Change Management e Business modeling.
Inception e Project Management.
Environment e Transition.
O Processo Unificado é iterativo e incremental. Ao final de cada iteração, a qual é um miniprojeto, os modelos que representam o sistema encontram-se em um determinado estado, denominado baseline. As atividades de cada fase de um ciclo de vida podem ser distribuídas entre várias iterações.
No modelo de desenvolvimento incremental, embora haja defasagem entre os períodos de desenvolvimento de cada incremento, os incrementos são desenvolvidos em paralelo.
No modelo seqüencial linear, os produtos do projeto são entregues somente após a validação do produto.
No Processo Unificado, um modelo de casos de uso é um artefato construído por analistas de sistemas e especificadores de casos de uso na disciplina Implementação. Esse artefato informa o que o sistema realiza para diferentes atores via casos de uso, que especificam as ações que o sistema executa ao interagir com os atores.
Os modelos ágeis são muito mais rápidos e eficientes que os modelos incremental e iterativo, não partilhando aqueles, portanto, das visões adotadas por estes.
Frameworks como os referidos acima pregam processos e métodos de desenvolvimento de aplicações que, em geral, devem seguir um caminho no qual as visões são construídas, com maior sucesso, de baixo para cima.
No Processo Unificado, atividades são organizadas em fluxos de atividades. Algumas atividades produzem artefatos, que podem ser de engenharia ou gerenciais. Entre os artefatos criados, há modelos que visam especificar o sistema a partir de certos pontos de vista e níveis de abstração.
O modelo em cascata consiste de fases e atividades que devem ser realizadas em seqüência, de forma que uma atividade é requisito da outra.
No Processo Unificado, a vida de um sistema é dividida em ciclos; cada ciclo, por sua vez, é dividido em fases e, entre as fases, tem-se a fase Construção, na qual as atividades visam capturar requisitos ainda não capturados na fase anterior e produzir uma arquitetura executável, a ser usada na fase Elaboração.
O modelo orientado a reúso parte de um software existente para que se crie outro, no todo ou apenas em parte de seus componentes.
O modelo de desenvolvimento por prototipação é caracterizado pela ausência de métricas de controle, dada a natureza experimental do desenvolvimento e do produto obtido.
No Processo Unificado, modelos de projeto contêm classes de projeto e seus objetos; cada classe de projeto representa uma abstração de classes no modelo de análise; em uma classe de projeto, os atributos são conceituais e os comportamentos são definidos via responsabilidades, que são descrições textuais dos comportamentos.