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Um hacker invadiu a rede interna da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS) e executou um mapeamento na rede com o objetivo de buscar serviços acessíveis. O Departamento de Segurança verificou que, caso a DPE/RS tivesse um dispositivo que identificasse o padrão de comportamento do intruso, tal fato não teria ocorrido e uma ação de prevenção teria sido tomada rapidamente. A partir desse momento, foi implementado um Sistema de Detecção de Intruso (IDS) / Sistema de Prevenção de Intruso (IPS) na rede local.
Para que a instalação seja concluída, um dos requisitos que devem ser atendidos pelo Departamento de Segurança é:
executar rotineiramente o IPS com supervisão humana;
ser tolerante a falhas no sentido de ser capaz de se recuperar de quedas e reinicializações de sistema;
impor um sobrecusto computacional ao sistema no qual está executando;
não permitir reconfiguração dinâmica, de forma que, caso seja invadido, seja necessário reiniciá-lo;
após configurado, manter uma rotina de atualizações, de forma a se adaptar a mudanças no comportamento.