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Acerca do Teorema mestre, sejama21eb > 1 constantes, seja f(n) uma função e seja T(n) definida no domínio dos números inteiros não negativos pela recorrência
T(n) = aT(n/b) + f(n),
onde interpretamos que n/b significa n/b ou n/b. Então, T(n) tem os seguintes limites assintóticos:
I. Se f(n) = (nlogb a-) para alguma constante > 0, então T(n) =Θ(nlogb a) .
II. Se f(n) = Θ(nlogb a), então T(n) = Θ(nlogb a ig n).
III. Se f(n) = (Nlogb a+) para alguma constante > 0, e se af(n/b) ≤ cf(n) para alguma constante c < 1 e todos os n suficientemente grandes, então T(n) = Θ(f(n)).
Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA.
No caso I, se a função nlogb a a à for a maior, então a solução é T(n) = Θ (nlogb a)
No caso III, se a função f(n) for a maior, então a solução é T(n) = Θ(f(n/b)).
No caso II, se as duas funções tiverem o mesmo tamanho, multiplicamos por um fator logarítmico e a solução é T(n) =Θ(nlog b a ig n) = Θ (nlog f(n) ig n)
No caso I, f(n) não só tem de ser menor que nlogb a, mas deve ser polinomialmente maior. Isto é, f(n) deve ser assintoticamente menor que nlogb a por um fator n para alguma constante > 0.
No caso lII, f(n) não apenas deve ser maior que nlogb,a ela tem de ser polinomialmente maior e, além disso, satisfazer à condição de “regularidade” expressa por af(n/b) ≥ cf(n).