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Considere o caso a seguir e responda as questões 37 e 38:
Ana, agente comunitária de saúde (ACS) de uma UBS, realizou o cadastro de uma família que se mudou recentemente para a microárea de sua responsabilidade. Neste cadastro, identificou que residem na casa um casal de idosos, Luiz (75 anos) e Maria (79 anos). Relatam que possuem 5 filhos, dos quais apenas a filha mais velha reside na mesma cidade e os visita quase todo final de semana. Os idosos relatam fazer uso de diversos medicamentos para controle de condições crônicas como Sinvastatina, Omeprazol, Losartana, Ácido Acetil Salicílico e Atenolol. Maria relata: “É muito comprimido. Nem sempre a gente lembra de tomar todos, né?” (sic). João relata histórico de queda ao lavar a calçada. Diz não ter se machucado, mas não procurou por atendimento médico para avaliar as consequências da queda. Relatou: “É difícil ir no postinho, fica longe para ir a pé. Só vamos quando os filhos nos ajudam, está muito difícil caminhar na rua, a gente já não dá conta mais. Mas como não machucou, acabamos não falando para eles”.(sic)
Pensando na atuação do terapeuta ocupacional a partir da Terapia Ocupacional Social, definida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO, em suas resoluções n.º 366, n.º 383, n.º 406, julgue as afirmativas a seguir e assinale a que NÃO corresponde a uma atribuição correta dessa área de atuação:
Planejar e executar atividades orientadas para a participação, recuperação e reabilitação de habilidades de desempenho ocupacional de pessoas com deficiência em processos de ruptura de redes, em situações de vulnerabilidade social, favorecendo melhoria no processo saúde-doença e a circulação no território e em diferentes espaços socialmente significativos e acessíveis.
Identificar os potenciais econômicos das comunidades e das alternativas de geração de renda, relações de trocas materiais e simbólicas e de formação de valores para favorecer as atividades grupais e comunitárias participativas em que haja interdependência no fazer.
Compreender histórias ocupacionais e condição de participação na comunidade em que habitam a fim de desenvolver estratégias de adaptações ambientais e urbanísticas, mobilidade, acessibilidade, pertencimento sociocultural e econômico e outras tecnologias de suporte para inclusão sociocomunitária para o acompanhamento de pessoas, grupos e famílias e comunidades urbanas, rurais e tradicionais.
Atuar por meio de tecnologia complexa de mediação sócio-ocupacional em situações de calamidades e catástrofes, traumatismos vinculados à violência, conflitos e guerras, atuando na organização e reorganização da vida cotidiana, econômica, sociocultural, nas atividades de vida diária e de vida prática, na formação de redes sociais de suporte a pessoas, famílias, grupos e comunidades.