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As atividades expressivas – como os trabalhos corporais, a dança, a música e o teatro – têm sido cada vez mais utilizadas na Terapia Ocupacional, seja no uso direto da técnica, seja compondo com outros recursos como pintura, modelagem, desenhos. Sobre a inclusão destes recursos no repertório terapêutico ocupacional:
As danças criadas e compartilhadas, assim como as músicas tocadas e cantadas, podem ser experiências e oportunidades para a criação de outros lugares no processo de reabilitação, uma vez que ampliam as possibilidades de circulação na rede social, de experimentação de novas formas de expressão.
As atividades corporais, como a dança e o teatro, possibilitam transformar o paciente em ator e dançarino alcançando a meta de reinserção profissional.
Estas atividades têm uma indicação precisa nos distúrbios de dismorfia corporal presente nos transtornos alimentares.
Estas atividades, por serem espontâneas e improvisadas, são o núcleo de exploração da psique humana e seus vínculos emocionais, visando à catarse e ao desenvolvimento da espontaneidade do indivíduo, promovendo o desempenho adequado dos papéis e tornando a pessoa diretor, autor e ator de seu próprio drama, de sua própria vida.
O contato com o ritmo, com as atividades psicomotoras, a melodia e harmonia de uma música ou dança, potencializa o processo de reabilitação psicossocial, resgatando a identidade sonoro-musical, desenvolvendo o esquema corporal e possibilitando uma ampliação da relação sonora musical.