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Segundo Vieira e Lussi (2022), a criação dos serviços residenciais terapêuticos foi um marco no processo de reabilitação psicossocial, porém, de acordo com as autoras, na pesquisa realizada, estes residenciais não conseguiram superar a questão de que:
Quanto maior a cronificação, mais homogeneizadoras se tornam as práticas cotidianas.
Esse espaço residencial transformou o acolhimento em um novo depósito para pacientes com transtorno mental.
A rotina da casa se transformou em uma rotina individualizada e não coletiva.
O exercício da autonomia ficou atrelado à resposta de demandas estabelecidas pelos próprios CAPS aos quais estes originariamente estavam vinculados.
A apropriação material ficou atrelada à ajuda dos familiares.