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Com base nos conhecimentos anatômicos e fisiológicos, o terapeuta ocupacional pode usar técnicas específicas para a medição da amplitude articular de movimento. Além de compreender a estrutura articular e sua relação com o movimento, ele deve conhecer a musculatura e a estrutura neuroanatômica a fim de avaliar as respostas motoras, as alterações sensitivas relacionadas ao sistema nervoso periférico ou central, a percepção da dor, a cinestesia e a propriocepção. Tal conhecimento também é importante para adequar as medidas de força muscular e preensão aos níveis de lesão e às deficiências funcionais, entre outros aspectos. São exemplos dessas técnicas que oferecem dados objetivos:
pricktest, VB-MAPP, PEAK e estesiometria
teste de Zulliger, MEEM, colorimetria e teste muscular
goniometria, dinamometria, volumetria e testes sensoriais
polissonografia, teste M-chat, protocolo ABLLS-R e escanometria