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Ao longo do processo de diagnóstico e tratamento de uma doença grave, pacientes e familiares experimentam sofrimento intenso relacionado ao medo de morrer, perda da independência e, eventualmente, morte de um ente querido.
Ao deparar-se com situações de luto, o terapeuta ocupacional deve
prestar escuta ativa, identificar as principais demandas e realizar encaminhamento para o psicólogo a fim de que o luto seja encerrado.
prestar escuta ativa, identificar as principais demandas e sugerir mudanças na rotina para que o processo de luto seja o mais breve possível.
prestar escuta ativa, identificar as principais demandas e compartilhar situações similares de perda em sua própria vida a fim de estabelecer um vínculo terapêutico.
prestar escuta ativa, mas evitar realizar intervenções terapêuticas, uma vez que o luto não está no escopo profissional da Terapia Ocupacional.
prestar escuta ativa, identificar as principais demandas e estabelecer um plano terapêutico em parceria com outras disciplinas a fim de apoiar o processo de luto.