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Sobre os fundamentos da terapia ocupacional, de acordo com Drummond (2023), pode-se afirmar, EXCETO, que:
A partir da década de 1940, quando a Terapia Ocupacional procurava se afirmar profissionalmente, o movimento dos terapeutas ocupacionais visando o conhecimento, sobretudo da Medicina e da Psicologia, conferiu-lhes maior domínio das patologias e dos mecanismos físicos e psicológicos envolvidos no processo terapêutico ocupacional.
Em cada momento histórico, os fundamentos da Terapia Ocupacional podem apresentar diferentes perspectivas de análise.
Os fundamentos da Terapia Ocupacional devem explicitar as singularidades do campo para que os terapeutas ocupacionais possam se reconhecer com maior clareza e segurança.
Por volta dos anos de 1940 e 1950, conceitos de Terapia Ocupacional ancorados em áreas específicas de atuação do profissional assumiram o protagonismo, e o enquadramento conceitual do campo passou a ser de uma profissão da saúde que trata pacientes neurológicos, ortopédicos, psiquiátricos e reumatológicos por meio de atividades/ocupações.
Os fundamentos da Terapia Ocupacional devem ser registrados à margem dos momentos históricos e redigidos como uma composição de dados cronologicamente organizados.