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Maria Clara, com um ano e sete meses de idade, portadora de paralisia cerebral do tipo extrapiramidal atetóide, chegou ao ambulatório de terapia ocupacional com encaminhamento de seu médico neurologista. A paciente apresenta uma diparesia, alterações oculares visuais e distúrbios da deglutição. No momento, Maria Clara apresenta controle cervical, mas ainda não apresenta o controle de tronco.
Com base nesse estudo de caso, julgue os itens a seguir.
É possível afirmar que crianças com paralisia cerebral passam a maior parte de seu tempo em atividades desestruturadas, o que pode posteriormente comprometer o seu senso de liberdade, exploração do meio e, por fim, a recreação.