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A esclerose múltipla acomete de 2 a 3 vezes mais mulheres do que homens, e, ainda, a raça branca é a mais atingida.
O terapeuta não deverá se preocupar com o posicionamento do paciente no leito, visto que isso não interfere de maneira significativa na normalização do tônus muscular do paciente.
A agitação apresentada por Carlos é um subtipo único de delírio comum entre pacientes que sofreram um traumatismo craniencefálico e que se encontram em estado alterado de consciência.
A paralisia cerebral do tipo espástica é mais comum e se caracteriza pelo comprometimento do sistema piramidal e, conseqüentemente, por uma hipertonia muscular relacionada à velocidade dos movimentos.
O terapeuta ocupacional deve estar sempre atento para que, durante as atividades bilaterais desenvolvidas com pacientes que sofreram um AVC, os movimentos não variem em direção e amplitude, a fim de que, dessa maneira, o esquema corporal do paciente não seja ainda mais comprometido.
Embora haja vários sistemas padronizados de avaliação de terapia ocupacional, quando se trata do diagnóstico de paralisia cerebral, alguns pontos particulares precisam ser observados, como alteração do tônus muscular, capacidade de estabelecer controle seletivo de movimentos, manutenção de diferentes posturas, bem como realização de mudanças posturais, efetividade de reações de equilíbrio e retificação corporal, desempenho funcional de membros superiores e coordenação visuomotora.
Lesões que atinjam o sistema extrapiramidal causam, em geral, síndromes motoras deficitárias — paresias ou plegias — e espasticidade.
A ataxia, distúrbio que pode acometer os pacientes que sofreram AVE, é um distúrbio da coordenação por envolvimento de centros ou vias do cerebelo, podendo transformar-se no mais importante fator incapacitante ao afetar a movimentação fina e o equilíbrio.
A patologia paralisia cerebral constitui um grupo de patologias neurológicas progressivas, com etiologias e quadros clínicos diversos, em que predomina comprometimento motor, podendo apresentar desordens associadas nas áreas do desenvolvimento cognitivo visual e da comunicação.
Em crianças espásticas, é comum observar alteração em rotação da escápula, rotação interna e adução do úmero, flexão do cotovelo, pronação do antebraço; desvio ulnar e flexão do punho, e, também, dedos estendidos e polegar abduzido, com dificuldade no equilíbrio entre a musculatura agonista e antagonista pela tonicidade extensora.
Por meio das preensões, manipulações, experiências, a criança descobre as primeiras noções de dentro, fora, acima, abaixo etc. As dificuldades de coordenação motora, no entanto, e a própria patologia da qual o paciente citado no texto foi acometido não interferem no desenvolvimento e controle da sua psicomotricidade.
A doença de Alzheimer é a causa mais comum de declínio das funções mentais do idoso em todo o mundo. É uma doença neurológica degenerativa, lenta e progressiva que acarreta prejuízo de memória e de outras funções intelectuais, como linguagem e capacidade de cálculo.
Durante os primeiros estágios do AVC, o paciente apresenta ausência de movimentos no braço afetado. Desde o início do tratamento, é importante que o terapeuta ocupacional procure realizar atividades bilaterais, incorporando dessa forma o lado afetado e o lado sadio do corpo do paciente.
Nem a apraxia nem a afasia podem ser consideradas alterações psicomotoras.
Ao contrário da doença de Parkinson, a doença de Alzheimer atinge igualmente homens e mulheres.
Durante o treinamento das atividades de vida diária, o terapeuta pode orientar o paciente com deficits neurológicos e sua família, informando-os de que a melhor maneira de se vestir é iniciar a atividade pelo lado comprometido, liberando assim o lado contralateral para a função.
A abordagem neurodesenvolvimental baseia-se no desenvolvimento da função.
No caso de crianças que apresentam espasticidade, o terapeuta ocupacional deve manter-se atento, pois movimentos bruscos e rápidos podem levar ao aumento excessivo do tônus muscular de tais crianças.
Prosopagnesia é uma seqüela que pode decorrer de um AVC, caracterizando-se pelo fato de o paciente deixar de reconhecer rostos familiares.
Um indivíduo com lesão medular no nível de C5 é capaz de vestir os membros inferiores, utilizando movimentos substitutivos.