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O terapeuta ocupacional deve recomendar à mãe de Ricardo que evite a prática de basquete com outros cadeirantes do clube ao qual ele é associado, pois a prática de tal esporte no seu estado pode contribuir para aumentar o isolamento em que o paciente se coloca.
Métodos para reintegrar o paciente em sua comunidade, tais como opção de transporte, barreiras arquitetônicas e orientação para a família ou amigos, devem ser explorados, pois o fracasso em reassumir sua condição social pré-mórbida tem sido significativamente relacionada à depressão em paciente pós-AVC.
Estimular o uso das articulações em sua amplitude mínima de movimento, permitindo, assim, a realização de exercícios funcionais durante a execução das atividades diárias.
Devido à perda de memória apresentada pelo idoso portador da doença de Alzheimer, a equipe que trabalha com ele deve evitar qualquer tipo de mudança na estrutura e nos hábitos da casa. Os móveis devem permanecer nos mesmos lugares e até mesmo os hábitos alimentares devem ser mantidos.
Assentos de cadeira de rodas mais largos do que o necessário, além de ocasionarem a estabilidade do tronco e dificultar o alcance dos membros superiores aos aros, exigem uma maior impulsão do cadeirante. Já assentos excessivamente longos, além de ocasionarem pontos de pressão na fossa poplítea, dificultam a extensão dos joelhos.
Em pacientes que sofreram um AVC, os autores são unânimes em afirmar que o treinamento das atividades de vida diária não deve ocorrer no início do tratamento, pois, caso isso aconteça, a tendência será a de utilizar o lado sadio para a execução das tarefas, o que diminuirá as possibilidades de desenvolvimento de controle motor do lado afetado do corpo do paciente.
O princípio de manter estabilidade distal para promover a mobilidade proximal no treino de atividade de autocuidado pode ser bastante útil.
Realizar as tarefas diárias na sua totalidade, sem interrupção, para obter maior tempo de repouso após seu término.
conhecida como mão em garra, a mão da paciente deve ser posicionada com as articulações metacarpofalangianas em flexão de 70º, as interfalangianas em extensão e o polegar em adução. O arco palmar deve ser mantido e evitados os desvios radial e ulnar.
O desequilíbrio do tônus muscular, a diminuição do controle ou estabilização do punho, o aumento da extensão dos dedos, a diminuição da abdução e oponência do polegar, o aumento da força dos músculos intrínsecos da mão e a perda de sensação são problemas típicos que interferem na função da mão hemiplégica.
José apresenta um quadro típico de doença de Parkinson, que é uma patologia não-progressiva e degenerativa do sistema nervoso central.
No início da doença de Alzheimer, quando o idoso ainda é capaz de ler, é necessário evitar fornecer a ele lembretes com números de telefones de amigos e familiares, assim como bilhetes que indiquem onde os objetos devem ser guardados, pois tais bilhetes podem aumentar ainda mais a confusão mental de tais pacientes.
Quando o sistema piramidal é atingido, ocorre o aparecimento de movimentos involuntários espontâneos e outras alterações de tônus muscular.
Bebês portadores de paralisia cerebral do tipo extrapiramidal (atetóides e coréicos) devem ser auxiliados de modo a proporcionar-lhes uma maior instabilidade axial de segmentos proximais para o ganho da linha distal.
Ocasionalmente, a artrite reumatóide poderá conferir aos dedos o aspecto conhecido como pescoço de cisne, que é dado pela hiperextensão das articulações interfalangianas proximais e pela flexão das articulações interfalangianas distais.
Durante os atendimentos de bebês com paralisia cerebral que apresentem espasticidade, o terapeuta deve evitar movimentos bruscos e rápidos, pois estes podem proporcionar o aumento do tônus muscular desses pacientes.
O quadro denominado mão caída é ocasionado pela lesão do nervo ulnar.
O terapeuta deve trabalhar os aspectos físicos de José com exercícios funcionais e que liberem as articulações, além de estimular a memória do paciente com jogos e palavras cruzadas.