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Goniometria, dinamometria e volumetria são técnicas de avaliação que oferecem dados subjetivos ao terapeuta ocupacional no processo de reabilitação.
A idéia de restauração funcional está relacionada à terapia ocupacional desde sua origem oficial, nos Estados Unidos da América, após a Primeira Guerra Mundial.
A utilização da MIF depende do treinamento específico dos profissionais para que sejam garantidas a validade e a confiabilidade dos resultados; no entanto, no Brasil há uma limitação considerável, visto que o treinamento dos profissionais para a aplicação desse instrumento ainda é pouco.
A MIF (medida de independência funcional) foi criada com o objetivo de incluir um número mínimo de dados, de forma a permitir aos profissionais da saúde determinar o grau de comprometimento de um modo uniforme.
Ao fazer o acolchoamento de uma órtese, o terapeuta ocupacional deve ficar atento para que não aconteça um aumento de pressão em determinados pontos devido a esse procedimento.
A amplitude de movimento está intimamente ligada à força muscular; portanto, quando uma está comprometida, a outra obrigatoriamente também estará.
A avaliação da força muscular mede resistência, coordenação e capacidade de desempenho.
Ao moldar uma órtese para polegar, visando permitir seu uso funcional, é recomendado que, durante a confecção da órtese, o paciente segure levemente uma caneta ou mantenha o polegar em preensão.
Ao indicar uma órtese, o terapeuta ocupacional não precisa obrigatoriamente considerar as funções cinesiológicas da parte lesada.
Goniometria é um termo utilizado para denominar a medida dos ângulos criados nas articulações humanas pelo movimento dos ossos do corpo.
A cor da órtese pode determinar a aderência do paciente ao tratamento.
O teste de amplitude de movimento passivo deve ser desconsiderado durante uma avaliação em terapia ocupacional, visto que seus resultados não contribuem para determinar os procedimentos a serem seguidos.
As órteses constituem um dispositivo que deve ser utilizado pelos terapeutas ocupacionais, com o objetivo de estimular o surgimento de contratura muscular.
Na realização de um teste de sensibilidade, é necessário que o terapeuta ocupacional se certifique de que a temperatura do ambiente esteja adequada, visto que isso pode interferir na percepção da sensação.
Em caso de órteses dinâmicas, a força não deve exceder limites aceitáveis. Força mais pesada deve ser usada para estágios agudos, enquanto que força leve deve ser usada para o tratamento de contraturas articulares crônicas.
O teste de amplitude de movimento ativo permite verificar a capacidade de movimento, o controle e a força do mesmo.
O terapeuta ocupacional deve confeccionar uma órtese que seja leve e, além de atender às necessidades terapêuticas, permita ao paciente, ao mesmo tempo, colocá-la e retirá-la sempre de forma independente.
Toda atividade pode ser considerada uma práxis.
De acordo com Williard e Spackman, para que uma ocupação seja adaptável como exercício específico, ela deve permitir que o movimento se localize primordialmente na articulação ou articulações afetadas, ou que fortaleça determinados grupos musculares.
Nas décadas de 40 e 50 do século XX, associada ao princípio da reabilitação física, a terapia ocupacional procurava proporcionar mais ação que posicionamento; em resumo, permitir graduação e repetições.