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Durante uma parada cardiorrespiratória em animais, de ocorrência presenciada e imediata, as condutas vigentes orientam que:
Em gatos, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas acima de 150 compressões torácicas por minuto, 20 ventilações por minuto, decúbito lateral e a administração de 0,1mg/kg de epinefrina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de tórax em barril, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, 10 ventilações por minuto, decúbito dorsal e a cada dois ciclos a administração de 0,01mg/kg de epinefrina via IV ou IO, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de tórax em quilha, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, com profundidade de 1/3 a 1/2 da profundidade do diâmetro torácico, 10 ventilações por minuto, decúbito dorsal e a administração de 0,1mg/kg de epinefrina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães e gatos menores que 5kg, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 150 compressões torácicas por minuto, profundidade de 1/3 a 1/2 da profundidade do diâmetro torácico, 14 ventilações por minuto, decúbito lateral e administração de 0,01mg/kg de adrenalina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de raças médias, grandes e gigantes, tórax amplo e arredondado, a utilização do mecanismo de bomba cardíaca e que sejam realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, profundidade de 1/2 a 1/3 da profundidade torácica, 10 incursões respiratórias por minuto, decúbito lateral direito e a administração de 0,1mg/kg de adrenalina via IV ou IO, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.