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O choque pode ser classificado como hipovolêmico, cardiogênico e distributivo, de acordo com o distúrbio que acomete o paciente. Os sinais clínicos de choque dependem da severidade e persistência da perda ou redistribuição volêmica. O Guia de Apoio à Vida do Colégio Americano de Cirurgiões, relacionado ao trauma avançado, divide o choque em quatro classes, dependendo do volume de perda sanguínea.

De acordo com o texto e a tabela apresentados, assinale a alternativa correta que corresponde ao exame de um paciente em choque:
Choque hipovolêmico ocorre apenas como resultado de perda de sangue severa, quando o paciente apresenta, inicialmente (classe II), bradicardia, mucosa oral congesta e elevação do tempo de reperfusão capilar (TPC).
O exame físico de um paciente severamente desidratado, que apresente choque hipovolêmico classe I, demonstra taquicardia, mucosa oral congesta e redução do tempo de reperfusão capilar (TPC).
Um animal com sequestro de fluidos em “terceiro espaço”, que apresente choque hipovolêmico classe II, deve demonstrar taquicardia, mucosa oral pálida e redução do tempo de preenchimento capilar (TPC).
A constatação de choque distributivo em um animal resulta de falha microcirculatória e refletirá em um exame clínico com taquicardia, mucosas congestas e redução do tempo de reperfusão capilar (TPC).
O choque hipovolêmico é resultado da perda de sangue aguda ou crônica, sendo a desidratação severa classificada como choque distributivo e a falha de perfusão sanguínea como choque cardiogênico. Para todos os tipos de choque, o exame do animal refletirá em bradicardia, mucosas pálidas e elevação do tempo de reperfusão capilar (TPC).