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Roedores são animais comumente associados à rotina de laboratórios, porém muitos destes são mantidos como animais de estimação e o conhecimento de suas particularidades anatômicas e fisiológicas é essencial para uma anestesia segura.
Identifique a opção correta sobre características destas espécies
A taxa metabólica da maioria das espécies varia com a massa corporal. Pequenos roedores têm alto metabolismo resultando em uma necessidade de dose relativamente baixa de muitos dos agentes comumente usados em anestesia e controle da dor.
O jejum pode resultar em hipoglicemia e desidratação moderada, de modo que o jejum pré-anestésico deve ser evitado. Além disso, essas espécies não vomitam e portanto o jejum não reduz a incidência de broncoaspiração.
A consequência mais importante do pequeno tamanho destes animais é a sua baixa relação entre área de superfície e peso corporal, que aumenta muito a produção de calor durante a anestesia. Mesmo períodos curtos de anestesia estão associados a um aquecimento significativo destes pacientes.
A intubação orotraqueal nestas espécies pode ser um desafio em função de seu tamanho, mas quando possível, o animal deve ser conectado a um circuito circular valvular para minimizar o espaço morto.