

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Ultrassonografia longitudinal cranial (letra a) e caudal (letra c) do cotovelo (letra b) de um bezerro. Quais são as estruturas identificadas de 1 a 7 no exame ultrassonográfico a partir do corte anatômico do cotovelo?

Tecidos subcutâneos, cartilagem do olecrano, área calcificada do olecrano, placa de crescimento distal do úmero, côndilo umeral, espaço articular, cabeça do rádio.
Músculos, placa de crescimento distal do úmero, côndilo umeral, espaço articular, cabeça do rádio, cartilagem do olecrano, área calcificada do olecrano.
Gorduras, espaço articular, cabeça do rádio, placa de crescimento proximal do úmero, côndilo umeral, área calcificada do olecrano, cartilagem do olecrano.
Pele, área calcificada do olecrano, cartilagem do olecrano, espaço articular, cabeça do rádio, côndilo umeral, placa de crescimento distal do úmero.
Em um cão labrador, suspeita-se de fragmentação do processo coronoide. Qual região e técnica radiográfica a serem solicitadas para um exame radiográfico?
Região da mandíbula – latero-lateral e lateral oblíqua.
Articulação coxo-femoral – ventro-dorsal e latero-lateral.
Região da bulas timpânicas – dorso ventral e lateral oblíqua.
D) Articulação tíbio-tarsiana – crânio-caudal e latero-lateral.
Articulação úmero-rádio-ulnar – crânio-caudal e médio lateral oblíqua.
No exame radiográfico empregando contraste positivo para avaliação de toda a extensão do esôfago de um gato, foi observado que a mucosa esofágica foi delineada pelo contraste, possibilitando a observação de pregas
longitudinais na 1/2 cranial e oblíquas na metade distal.
longitudinais nos 3/4 craniais e oblíquas no 1/4 distal.
oblíquas em 1/3 cranial e longitudinais em 2/3 distais.
oblíquas na 1/2 cranial e longitudinais na metade distal.
Os tipos de opacidades radiográficas que podem ser reconhecidos em um exame radiográfico são:
Radiopaco (ou radiodenso) e radioluscente.
De tecidos parenquimatosos, de tecidos ósseos, de órgãos tubulares.
Radiopacidade alta, intermediária e baixa.
Radioluscência alta, intermediária e baixa.
De metal, de osso ou mineral, de fluído ou tecido mole, de gás ou ar, de gordura.
A paralisia de laringe é caracterizada pela falha na abdução das cartilagens aritenoides na fase inspiratória. A técnica de escolha para confirmar essa afecção na espécie canina é a:
O que pode ser observado na avaliação radiográfica e ultrassonográfica da vesícula urinária de um paciente com suspeita de cálculos de oxalato de cálcio e cistite enfisematosa, respectivamente?
Radiopacidade, radioluscência e sombreamento acústico.
Radioluscência, radiopacidade e artefato em forma de cauda de cometa.
Radiopacidade difusa similar a tecidos moles e formação de imagem em espelho.
Aumento difuso de radioluscência e estruturas não formadoras de artefatos.
Em um posicionamento radiográfico laterolateral direito, para avaliação femoral, nota-se aumento no diâmetro com perda de detalhes na silhueta do fêmur esquerdo, comparativamente ao fêmur direito. Qual é a alteração mencionada?
Superexposição aos raios X.
Reforço de bordos.
Geometria de magnificação.
Sinal de silhueta.
Protuberância occipital externa, articulações atlanto-occipitais, ar na nasofaringe, ossos estilo-hioides e dentes incisivos inferiores.
Protuberância occipital externa, bolha timpânica, ar na nasofaringe, palato duro e ossos estilo-hioides
Protuberância occipital externa, tubo endotraqueal, ossos estilo-hioides, canais alveolares inferiores da mandíbula e dentes incisivos superiores.
Tentório ósseo do cerebelo, ar na nasofaringe, ossos estilo-hioides, ossos tiro-hioides e dentes incisivos superiores.
Seios frontais, articulações atlanto-occipitais, bolha timpânica e palato mole, palato duro.
O exame radiográfico de um cão pinscher, de 9 meses de idade, demonstrou: subluxação da articulação coxofemoral direita, áreas focais de diminuição da radiopacidade na epífise proximal do fêmur direito, achatamento e irregularidade da cabeça femoral e sinais de atrofia muscular ipsilateral. A doença provável com base na identificação destes achados radiográficos é:
displasia coxofemoral unilateral com osteoartrose.
displasia epifisária com deslizamento da cabeça femoral direita.
Analise a imagem a seguir.

As estruturas enumeradas sequencialmente de 1 a 5, no exame radiográfico do dígito de um bovino em exposição dorsopalmar, são:
fise metacarpal distal, articulação interfalangeana proximal, articulação interfalangeana média, falange média, sesamoide axial.
articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal, falange proximal, fise metacarpal distal, sesamoide axial.
fise metacarpal distal, articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal, falange proximal, sesamoide abaxial.
articulação metacarpofalangeana, fise metacarpal distal, articulação interfalangeana proximal, falange média, sesamoide abaxial.
Na imagem 2 observam-se cálculos radiopacos na bexiga.
A seta branca na imagem 1 mostra uma dilatação do coração.
As setas na imagem 5 mostram uma bexiga com aparência normal.
As setas na imagem 3 mostram a coluna cervical com linhas epifisárias abertas.
Na imagem do tórax (imagem 4) visualiza-se pulmões e coração normais, aorta (seta preta) e traquéia (seta branca).
O esquema de Salter-Harris foi criado para classificação de fraturas em crianças, sendo posteriormente adaptado para utilização em cães. Uma fratura-separação da fise na zona hipertrófica juntamente com fratura de uma porção da epífise refere-se a uma fratura de Salter-Harris do tipo:
I
II
III
IV
Felino macho, não castrado, com histórico de dor à palpação da região toracolombar e aumento de volume flutuante e quente nesta região. Os sinais radiográficos foram indicativos de osteomielite em vértebras T13 e L1. Quais são os achados descritos no laudo radiográfico?
Aumento difuso da opacidade óssea, combinado a áreas circundantes com caráter luscente.
Proliferação óssea com apresentação de espondiloses deformantes ventrais às vértebras.
Perda da opacidade óssea, com esclerose circundante às áreas luscentes.
Combinação de áreas opacas e luscentes caracterizando proliferação óssea e osteófitica.
A cardiomiopatia hipertrófica é a doença cardíaca mais comum em felinos, na qual o diagnóstico definitivo pode ser concluído por meio de:
auscultação torácica na zona paraesternal de sopro cardíaco de origem sistólica de grau 3 a 4.
radiografia torácica látero-lateral em que é possível detectar o aumento da silhueta cardíaca, dilatação das veias pulmonares, dilatação da veia cava.
eletrocardiografia, que permite detectar complexos ventriculares ectópicos, alterações das ondas Q, R e T.
ecocardiografia em que é possível visualizar a diminuição das câmaras ventriculares.
As técnicas especiais de exames radiográficos voltadas para a análise do trânsito gastrointestinal visam analisar o sistema digestório do animal e permitem avaliar processos obstrutivos, alterações da mucosa entérica, entre outros. Com relação ao estudo radiográfico gastrointestinal de animais, é CORRETO afirmar que:
Nenhum procedimento único é apropriado para todos os casos gastrointestinais, cabendo ao clínico avalia-los com base na localização da lesão, nos resultados clínicos e na endoscopia.
É recomendado para casos de suspeita de ruptura ou perfurações gástricas e intestinais e, também, para situações de acidez superelevada do suco gástrico.
Todas as radiografias são realizadas com o paciente totalmente sedado.
As posições para tomada das radiografias gastrointestinais normalmente são látero-dorsal e ventro-dorsal. Ressalta-se que quando há necessidade de ingestão de bário e esofagogramas, o animal não deve estar em jejum nas últimas 12 horas dos exames.
Quanto ao exame radiográfico do cotovelo em cães com osteocondrose e consequente doença articular degenerativa, é INCORRETO afirmar que
a projeção crânio-caudal látero-medial oblíqua é utilizada para avaliação do processo coronoide medial.
em geral, o primeiro sinal radiográfico observado na fragmentação do processo coronoide medial, como na displasia do cotovelo, é o aparecimento de osteófitos no processo ancôneo.
na imagem crânio-caudal, osteófitos aparecem no côndilo umeral lateral na fragmentação do processo coronoide medial.
na projeção médio-lateral, observa-se o processo ancôneo, geralmente com o membro fletido.
Dentre as vantagens do exame ultrassonográfico nos animais domésticos, podemos citar, EXCETO:
Auxilia nas biotécnicas aplicadas à reprodução animal;
Realiza diagnóstico em órgãos não visualizados em outros exames de imagem, como raio x, por exemplo;
Trata se de uma prática não invasiva, na maior parte dos pacientes não é necessário sedação;
Pode causar pequenas lesões na pele devido a radiação emitida pelo aparelho;
Pode ser feita nas propriedades rurais, hípicas, haras, etc.;
Hiperestesia cervicotorácica e paraplegia flácida de membros torácicos.
Hiperestesia cervical e tetraparesia não ambulatória com diminuição de reflexos flexores nos membros torácicos e aumento de reflexos flexores e patelares nos membros pélvicos.
Hiperestesia cervicotorácica e paraplegia flácida de membros pélvicos.
Hiperestesia cervical e tetraparesia ambulatória com reflexos flexores preservados em todos os membros e reflexos patelares aumentados.
A classificação das fraturas expostas auxilia na determinação do tempo e do método mais apropriados para sua fixação. Casos de fraturas provocadas por forças de alta energia, que comumente possuem lesão moderada de tecido mole e muscular, bem como ferimento maior que um centímetro que se comunica ou se comunicou com a fratura, referem-se às fraturas do tipo:
I
III
IV
Com relação à avaliação radiográfica do sistema respiratório de pequenos animais, assinale a alternativa correta.
O colapso de traqueia cervical em cães é observado ao exame no pico inspiratório.
O padrão pulmonar intersticial linear tem entre os seus diagnósticos diferenciais asma felina, bronquite crônica e infiltrado neoplásico.
Nódulos pulmonares são visíveis à radiografia convencional quando apresentam diâmetro ≥ 1mm.
O sinal de silhueta é indicativo de enfisema pulmonar.
Radiograficamente, não é possível a distinção entre atelectasia e consolidação pulmonar.