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A imagem e seus aportes ao desenvolvimento do pensamento e das funções mentais no ensino de Geografia


O que é relevante na relação entre a percepção, o ensino de Geografia e as imagens? Ora, existe uma articulação direta entre a percepção, os processos cognitivos e a linguagem. É a partir da visão e da percepção que se estrutura o pensamento visual. Assim, ao ler um desenho, uma fotografia ou um mapa, a criança vai desenvolvendo suas funções. Por isso, a imagem entra como mediadora na estruturação do pensamento: a criança lê a imagem, atribui sentido e estrutura o seu pensamento. A percepção dos estudantes sobre as cidades, por exemplo, pode ser questionada, construída e (re)construída a partir das imagens. Uma fotografia, uma pintura e/ou um vídeo da cidade oferecem a possibilidade de questionar os sentidos atribuídos à paisagem urbana observada, ao pensamento que se tem formado, mas que pode ser alterado, constituindo, assim, um outro modo de olhar e compreender a cidade.


PIRES, C. Disponível em: www.revistaedugeo.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).


Considerando os aportes teórico-metodológicos do texto e uma proposta de linguagem audiovisual a ser utilizada como suporte didático em uma aula de Geografia, um professor, ao abordar uma problemática do tema socioambiental, utilizou como recurso metodológico o(a)


A

letra da canção Planeta água, de Guilherme Arantes, discutindo e refletindo sobre o teor dessa canção com seus estudantes.


B

programa Ambiente é o meio, transmitido pela Rádio da Universidade de São Paulo (USP), que analisa questões de sustentabilidade com especialistas.


C

filme Narradores de Javé (2003), que versa sobre a história do vilarejo de Javé, sob o risco de desaparecimento, pela construção de uma hidroelétrica.


D

obra Retirantes, de Cândido Portinari (1944), sobre a migração nordestina, em sua fuga à realidade da seca, dialogando sobre a convivência com o clima semiárido.

Ao comparar as duas concepções apresentadas pelo autor, pode-se afirmar que, na pedagogia tradicional, o professor


A

contribui igualmente com o estudante para o processo educacional; enquanto na educação tecnicista o professor é o sujeito da relação de aprendizagem.


B

atua como figura secundária no processo educacional; enquanto na educação tecnicista o professor opera como catalisador dos conteúdos necessários à aprendizagem.


C

é o centro do processo educacional; enquanto na educação tecnicista o professor deve se colocar de forma neutra no processo para não atrapalhar a aprendizagem.


D

é o desencadeador da transformação do processo educacional; enquanto na educação tecnicista o professor é um reprodutor dos conteúdos para a aprendizagem.

Segundo bell hooks, a violência de gênero, especialmente a direcionada às mulheres, está intrinsecamente ligada a um sistema patriarcal de desigualdade e dominação. A partir de uma lente interseccional, bell hooks argumenta que o machismo, a supremacia branca e as desigualdades de classe não atuam isoladamente, mas se entrelaçam e se reforçam, intensificando a violência sofrida por mulheres, em especial as mulheres negras, que se encontram na intersecção de múltiplas opressões. Esses sistemas de poder são usados para controlar e subjugar, e a violência simbólica, perpetrada pela cultura e suas representações, normaliza e agrava a desigualdade de gênero, tornando-se ainda mais perniciosa ao invisibilizar as experiências de violência de quem já enfrenta preconceitos acumulados. Em seu livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (2013), enfatiza a importância da educação como um processo de transformação e de libertação, desafiando as estruturas de poder e as formas tradicionais de ensino. Para a autora, a educação deve ser uma prática política que incite a reflexão crítica, o engajamento e a busca por justiça social.


Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como


A

diálogo; pensamento crítico; promoção da autonomia intelectual; estruturação de conteúdos por áreas de conhecimento; preparação para desafios acadêmicos futuros.


B

transgressão; desenvolvimento de habilidades socioemocionais; estabelecimento de metas claras de aprendizagem; incentivo à participação em atividades extracurriculares.


C

engajamento e paixão; diálogo; pensamento crítico; reconhecimento das experiências; conexão entre teoria e prática (práxis); amor, cuidado e respeito; disposição para transgredir.


D

acomodação dos valores; fomento de um ambiente de respeito mútuo; construção de senso de comunidade escolar; aderência a princípios éticos universais.

As formas contemporâneas de barbárie expressam-se em novas linguagens, especialmente entre jovens. Redes sociais, fóruns e jogos on-line desempenham papel central na formação das subjetividades juvenis, favorecendo tanto a criatividade como a reprodução dos discursos autoritários. Entre os jovens do sexo masculino, movimentos como o dos incels contribuem para consolidar modelos regressivos de masculinidade. Qual alternativa evidencia essa regressão na subjetividade masculina contemporânea?


A

Os pensamentos autoritários e o uso da força, como consequências da intolerância e da aversão à empatia.


B

O mundo real como extensão dos jogos, consolidando a subjetividade preparada para superação das tensões sociais.


C

Os valores democráticos, impulsionados pela disceminação nas redes sociais e nos movimentos juvenis.


D

O radicalismo de direita, como expressão dos sentimentos de protagonismo, de individualismo e de isolamento social.

E se lhe fosse necessário julgar daquelas sombras em competição com os que tinham estado sempre prisioneiros, no período em que ainda estava ofuscado, antes de adaptar a vista – e o tempo de se habituar não seria pouco – acaso não causaria o riso, e não diriam dele que, por ter subido ao mundo superior, estragara a vista, e que não valia a pena tentar a ascensão? E a quem tentasse soltá-los e conduzi-los até em cima, se pudessem agarrá-lo e matá-lo, não o matariam?


PLATÃO. A República. São Paulo: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.


Com base no Mito da caverna, um professor propôs uma atividade em que os estudantes deveriam responder à seguinte problemática: libertar-se ou ser libertado? As respostas seriam postadas em uma plataforma interativa e expostas em tempo real perante toda a turma, a fim de suscitar interação, debate e embate de ideias. Ao relacionar o pensamento de Platão ao uso de TDICs, esse professor


A

possibilitou a ideia de que uma vida segura e limitada permite a compreensão da verdade.


B

enfatizou a unidade de conhecimento como o projetado nas paredes da caverna.


C

promoveu a reprodução de ideias de liberdade preestabelecidas e, portanto, mais convincentes para a turma.


D

estimulou a reflexão e a expressão autônoma sobre a ideia e a vivência de um problema filosófico.

Muitos estudiosos têm procurado fixar um método socrático. Fala-se de maiêutica, intelectualismo, diálogo, como princípios metodológicos que conformariam um modo socrático de exercer a posição docente. Porém, uma leitura atenta dos testemunhos mostra uma figura complexa, paradoxal, impossível de fechar numa figura monocórdia, uniforme, consistente. Com efeito, Sócrates transita por caminhos encontrados; diz que não sabe, mas sabe que não sabe e se o saber dos outros pode ou não ser sabido; diz que se investiga a si próprio, mas parece não aceitar ser confrontado; afirma o valor do exame, mas não parece disposto a examinar o que seus interlocutores não querem aceitar… enfim, não há um Sócrates, mas muitos modos, encontrados, de transitar o caminho da filosofia sob esse nome. Contudo, alguns princípios parecem subsistir para pensar, contemporaneamente, a questão metodológica do ensino de Filosofia. Eles se encontram no que poderíamos chamar de as principais possibilidades de pensar a metodologia do ensino de Filosofia.


GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.

In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.


Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?


A

irônica, histórica e temática.


B

irônica, dialética e maiêutica.


C

maiêutica, problemática e histórica.


D

dialética, sofística e intelectualista.

Qual intervenção didática a seguir desenvolve a reflexão crítica dos estudantes diante dos desafios éticos relacionados ao uso da IA em ambientes educacionais?


A

Estudar situações em que a IA apresenta informações fabricadas, relacionando-as a questões filosóficas sobre responsabilidade epistêmica.


B

Estimular o uso da IA como fonte principal de pesquisa, valorizando sua eficiência em compilar informações e gerar respostas.


C

Utilizar a IA para produzir textos sobre ética com maior rapidez e coesão, mesmo que apresentem menor rigor conceitual e veracidade.


D

Adotar o uso da IA como ferramenta para facilitar as tarefas escolares, evitando conflitos éticos e políticos que possam gerar controvérsias.

No ano 2000, irrequieto com a descoberta de que havia muitos endereços eletrônicos em seu nome, Umberto Eco comentou que “o princípio da desconfiança deveria estar implícito para qualquer um que tenha experimentado um chat”, advertindo que “não basta apenas desconfiar de mensagens cuja procedência exata desconhecemos, mas também das mensagens de nossos correspondentes habituais, pois um vírus poderia ter nos enviado a mensagem fatal em nome deles”. E assevera: “um jornal que publicasse, por definição, apenas notícias falsas, não mereceria ser comprado (a não ser com intenção cômica)”, porque “jornais têm um pacto implícito de veracidade, que não pode ser violado salvo dissolução de qualquer contrato social”. Por fim, o autor questiona: “o que acontecerá se o principal instrumento da comunicação do novo milênio não for capaz de instaurar e controlar a observância deste pacto?”


ECO, U. Pape Satàn aleppe: crônicas de uma sociedade

líquida. Rio de Janeiro: Record, 2017 (adaptado).


Um professor de filosofia, com base nas citações de Umberto Eco, elabora um plano de aula no qual pretende conduzir seus estudantes ao questionamento acerca da veracidade das informações que são repassadas nas redes sociais. Pensando na temática, no objeto e no objetivo da sua proposta, qual recurso didático é adequado para compor esse plano de aula?


A

Excerto do livro Ética a Nicômaco, de Aristóteles, no qual se destaca a justiça como meio-termo entre extremos.


B

Exibição do documentário Abecedário, de Gilles Deleuze, no qual se apresentam diversos verbetes de relevância filosófica.


C

Adaptação cênica do roteiro de Steve Jobs, de Walter Isaacson, na qual se destaca a importância da empresa fundada por Jobs para a popularização da internet.


D

Leitura fílmica de Não olhe para cima, de Adam McKay, na qual se apresenta o compromisso moral do cientista com a produção do conhecimento verdadeiro.

Qual proposta, a seguir, representa uma intervenção pedagógica adequada para essa professora de 9º ano do Ensino Fundamental enfrentar as disparidades de aprendizagem?


A

Organizar a aprendizagem por meio de exercícios realizados por IA, focando na repetição e na fixação de conteúdos filosóficos.


B

Fundamentar o trabalho docente em textos filosóficos canônicos e decoloniais, afastando o uso da tecnologia da sala de aula.


C

Utilizar a IA para eliminar incertezas nos conteúdos filosóficos, tornando-os mais objetivos e lineares para estudantes com dificuldades.


D

Empregar a IA como tecnologia assistiva, criando conexões entre estímulos sensoriais, linguagem e pensamento conceitual.

Se retomo o diálogo com o meu suposto leitor e lhe pergunto agora: “Quais os nomes de cada uma das ilhas que compõem o arquipélago das Filipinas?” (cerca de 7 100 ilhas). Ou: “Quais os nomes de cada uma das Ilhas Virgens (cerca de 53), território do Mar das Antilhas incorporado aos EE.UU.?”. Com certeza, o referido leitor não saberá responder a estas perguntas e, mesmo, é possível que sequer soubesse da existência das tais Ilhas Virgens. É evidente, contudo, que essa situação não se configura como problemática. E quando o não saber é levado a um grau extremo, implicando a impossibilidade absoluta do saber, configura-se, como já se disse, o mistério. Mistério, porém, não é sinônimo de problema. É, ao contrário e frequentemente, a solução do problema, e, quiçá, de todos os problemas.


SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.


Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:


A

A historicidade e crítica são os aspectos acidentais de um livre-pensar.


B

O adventício é necessário à instrumentalização do conhecimento histórico-crítico.


C

A posição crítica problematiza também a temporalidade e a seletividade dos saberes.


D

O conhecimento da tradição é reabilitado com base na busca por validade epistemológica e crítica.

É rigorosamente necessário separar da moral os princípios de toda religião particular, e não admitir na instrução pública o ensino de qualquer culto religioso. Cada um deles deve ser ensinado nos templos, por seus ministros. Os pais, qualquer que seja sua crença, qualquer que seja sua opinião sobre a necessidade de tal ou qual religião, poderão então, sem repugnância, enviar seus filhos aos estabelecimentos nacionais, e o poder público não terá usurpado os direitos de consciência sob pretexto de esclarecê-la e de conduzi-la.


CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.


Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que


A

a separação entre poder estatal e religião é pertinente à aplicação de práticas pedagógicas antimetafísicas, proporcionando o relativismo cultural, com o qual se fundamentam formalmente as instituições públicas da democracia contemporânea.


B

a laicidade do ensino público é imprescindível à separação entre Estado e instituições religiosas, favorecendo o exercício da autoridade governamental, comprometida com os direitos individuais e com a pluralidade de pensamento.


C

a vigência legal do respeito público às crenças religiosas é necessária ao ensino das diversas ciências nas escolas, possibilitando a disseminação do conhecimento científico, em que se aliam universalidade de direitos e heterogeneidade cultural.


D

a exclusão de conteúdos religiosos na educação pública é adequada à crítica metódica que denuncia o carater alienante da religião, facilitando a consciência social, empenhada na efetivação da cidadania pela redução das desigualdades socioeconômicas.

Um professor de filosofia precisa elaborar um plano de aula para estudantes do Ensino Fundamental na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA), cujo tema envolva as implicações éticas entre ideologia e conhecimento científico. Para isso, utiliza esse excerto de Habermas. Qual habilidade está de acordo com a fundamentação teórica adotada no plano de aula?


A

Analisar a influência da tecnologia nas relações sociais e no espaço geográfico, considerando as formas de comunicação e as implicações éticas de seu uso individual.


B

Utilizar diferentes linguagens e artefatos tecnológicos, possibilitando expressar-se e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos.


C

Refletir sobre as implicações éticas e políticas do avanço tecnológico, questionando sua neutralidade e analisando seus efeitos de dominação ou emancipação.


D

Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade e determinação, tomando decisões fundamentadas em princípios éticos e democráticos.

Após conduzir um debate sobre relações de gênero na atualidade, um professor de filosofia apresenta uma explicação sobre aspectos da Filosofia de Agostinho de Hipona. O objetivo é demonstrar aos estudantes que, na História da Filosofia, é comum que teorias filosóficas incorporem preconceitos patriarcais. Esse fato é constatado no texto, no qual se aborda a concepção de que a mulher é


A

passível de degeneração, em razão de não ser plenamente boa.


B

subordinada ao conjunto da criação, em razão de sua imperfeição particular.


C

dotada de inteligência inferior à do homem, por determinação divina.


D

submetida hierarquicamente ao homem, por sua constituição física.

Em uma turma da 1ª série do Ensino Médio, uma professora de filosofia dedica algumas aulas ao exame das produções artísticas dos seres humanos, com base na Filosofia de Agostinho de Hipona. Para isso, utiliza esse texto e conduz reflexões sobre imagens de artes plásticas e músicas previamente selecionadas pelos estudantes. Submetidas ao conteúdo desse texto, essas produções artísticas revelam-se incomparáveis à criação divina do universo, na medida em que


A

concretizam formas belas no mundo.


B

contrariam ciclos dinâmicos da natureza.


C

transformam materiais preexistentes.


D

desafiam normas estéticas sagradas.

Considerando a afirmação de Almada “Os três graus maiores, I, IV e V, são, sobretudo, os que mais acuradamente representam as principais funções harmônicas existentes, respectivamente tônica, subdominante e dominante”, qual alternativa exibe os substitutos (ou representantes secundários) adequados para cada uma das três funções tonais em uma música em tonalidade maior?


A

Tônica: III; subdominante: II e VI; dominante: VII.


B

Tônica: VI; subdominante: II e III; dominante: VII.


C

Tônica: III e VI; subdominante: VII; dominante: II.


D

Tônica: III e VI; subdominante: II; dominante: VII.

Considerando a progressão || A7M F#m7 B7 E7 A7M A7 D7M Dm7 A7M F#7 B7 E7 A6 ||, qual alternativa exibe apenas dominantes secundários na ordem em que aparecem?


A

B7 E7 F#7 B7


B

B7 A7 F#7 B7


C

E7 A7 B7 E7


D

B7 E7 B7 E7

Notando a dependência excessiva da partitura, o professor propôs uma improvisação musical para os estudantes do grupo 2. Qual alternativa indica os critérios de avaliação coerentes com essa proposta?


A

Facilidade de reconhecer padrões e estruturas musicais indicados na peça original.


B

Criatividade e articulação com os elementos musicais explorados na peça original.


C

Capacidade de repetir padrões melódicos e de relacionar com a peça original.


D

Habilidade de se relacionar com os colegas e de tocar com precisão a peça original.

Com base nesse texto, de que forma o professor deve avaliar os aspectos musicais, considerando as especificidades de cada grupo?


A

Grupo 1: avaliar a precisão rítmica da execução da melodia.


B

Grupo 2: avaliar a percepção harmônica e a acuidade do pulso.


C

Grupo 3: avaliar a regularidade na execução das durações das notas indicadas na tablatura.


D

Grupo 4: avaliar a execução da harmonia definida e a constância do andamento.

Considerando a desconstrução das narrativas eurocentradas, os trabalhos artísticos de Silvana Mendes e de Pierre Mignard contribuem para a


A

produção de colagens e lambe-lambes referenciados nas figuras para enfatizar os padrões universais.


B

produção de lambe-lambes e grafites para discutir temas identitários e políticos na contemporaneidade.


C

análise de imagens de artistas contemporâneos para confrontar as técnicas utilizadas em produções clássicas.


D

análise de imagens históricas para discutir como artistas contemporâneos apresentam perspectivas eurocentradas.

Com base na situação apresentada, qual alternativa apresenta uma ação interdisciplinar para criação musical com esses estudantes da EJA?


A

Estabelecer uma sequência harmônica baseada em uma canção escolhida pela professora. Em seguida, solicitar aos estudantes que decidam aspectos performáticos da apresentação musical e pesquisem informações sobre o contexto político e social da época em que a canção escolhida foi composta.


B

Realizar mapas mentais baseados em repertórios afetivos, identificando e selecionando estruturas harmônicas. Em seguida, construir coletivamente a letra da composição e fazer uma linha do tempo localizando os repertórios, eventos marcantes de suas vidas e da história local.


C

Fazer uma escuta orientada de canções regionais. Em seguida, pedir aos estudantes que analisem ritmo, estilo e forma dessas canções, comparando com suas composições apresentadas, por meio de esquemas estruturais.


D

Analisar estruturas harmônicas, textuais e poéticas de canções atuais. Em seguida, comparar com as estruturas de músicas de seu repertório afetivo localizando similaridades e diferenças.

 
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