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Na administração pública, a ocorrência de eventos disruptivos severos exige que as organizações do Estado possuam ferramentas robustas para tentar evitar a descontinuidade de serviços essenciais à coletividade. Diante de uma crise que comprometa a infraestrutura tecnológica central de uma prefeitura municipal, cabe ao gestor aplicar os instrumentos formais de salvaguarda institucional previstos na gestão de riscos. Com o objetivo de restabelecer a operacionalidade imediata das atividades finalísticas e orientar as equipes sob forte pressão institucional, assinale a alternativa correta que indica o mecanismo de planejamento tático-operacional voltado para respostas a incidentes críticos e os critérios para sua ativação na administração pública.
O plano de gerenciamento de riscos, que deve ser acionado de forma preventiva e perene logo após a identificação de vulnerabilidades sistêmicas nos processos de auditoria interna, focando na eliminação definitiva das causas raiz do evento.
O plano de comunicação de crise, cuja ativação ocorre simultaneamente à matriz de probabilidade e impacto, com o escopo principal de redefinir as metas estratégicas e o plano plurianual da instituição afetada pelo sinistro.
O plano de contingência, que possui caráter reativo e operacional, sendo ativado formalmente quando um risco previamente mapeado se materializa em um sinistro que supera a capacidade ordinária de resposta da organização pública.
O plano de contingência, que atua na esfera de planejamento estratégico de longo prazo, devendo sempre ser executado rotineiramente pela alta administração antes mesmo que os riscos residuais atinjam o nível de tolerância da governança.