Entre os tipos de estrutura organizacional apontadas correntemente pela literatura, destaca-se a denominada divisional, a qual
A
é estruturada a partir e em função de projetos, contando, assim, com estruturas transitórias e com alto grau de flexibilidade
para realocação de atividades e de pessoal.
B
se diferencia da estrutura funcional em face da divisão de trabalho por tarefas e não por setores, substituindo o
organograma pelo fluxograma.
C
é caracterizada pela criação de unidades denominadas centros de resultados, que operam com relativa autonomia,
inclusive apurando lucros ou prejuízos para cada uma delas.
D
se caracteriza pela rigidez, sendo estruturada de forma hierárquica e centralizada, com comando vertical e apuração de
resultados financeiros a partir de um único centro de custos.
E
se diferencia dos demais modelos organizacionais pela departamentalização exclusivamente pelo critério de produção,
com o estabelecimento de uma cadeia de atividades vinculada à divisão das etapas identificadas.