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Tendo como premissa que processos administrativos são processos decisórios, Ansoff (1977) afirma que todo administrador experiente sabe que grande parte de seu trabalho é ocupado por um processo diário de tomada de decisões e, portanto, deve ser potencializado por parte das organizações, por meio de recursos básicos: físicos, financeiros e humanos.
Sabendo que o administrador tem como função específica desenvolver e regular o processo de tomada de decisão da maneira mais eficaz possível, isto é, a função do administrador não é exclusivamente tomar decisões, mas também tomar providências, para que o processo de decisão se realize de maneira eficaz, assinale a alternativa correta.
A administração participativa é um modelo de gestão no qual os agentes podem influir nas decisões, exercer controle, ter poder e estarem efetivamente envolvidos, mantendo entre eles uma relação de igualdade em níveis decisórios.
A abordagem que os gerentes usam para tomar decisões, geralmente, se encaixa em três modelos: clássico (baseado em suposições econômicas); administrativo (descreve como os gerentes tomam decisões nas situações difíceis); e político (útil para tomada de decisões programadas, sobre condições de certeza).
As tomadas de decisões não são fáceis, mas devem ser feitas por meio a fatores que levam à certeza, com informações claras e opiniões não conflitantes.
A habilidade de tomar decisões rápidas, amplamente sustentáveis, de alta qualidade, frequentemente é uma habilidade crítica nas organizações de hoje, por isso os tomadores de decisões trabalham com informações claras e completas, que devem ficar a sua disposição.
As decisões administrativas podem ser programadas e não programadas, a diferença entre elas é de certeza e incerteza com as quais os gerentes lidam, sendo as não programadas tomadas numa situação que envolvem a certeza.