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Lhuilier (2006), citada por Bendassolli & Soboll (2011), afirma que as clínicas do trabalho não constituem uma escola de pensamento, tampouco as abordagens nelas agregadas podem ser ditas homogêneas.
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Mesmo assim, alguns pontos em comum podem ser observados. Dentre eles estão
o interesse pela ação no trabalho; a compreensão sobre o trabalho; a defesa de uma teoria do sujeito e os propósitos de uma clínica do trabalho.
o uso de modelos quantitativos sobre sofrimento; interesse nas patologias organizacionais; teorias comportamentais sobre o indivíduo e estudo das emoções.
as bases behavioristas; as teorias sistêmicas; o uso da psicanálise e o uso de hermenêutica.
as bases das teorias motivacionais; a utilização da teoria ator-rede; o uso da pesquisa-ação; a performance no trabalho.
a análise de prazer x sofrimento; o uso da psicopatologia; as análises de modelos comportamentais; a busca pela intervenção no trabalho.