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Em relação às Técnicas de Orçamento de Capital, a Taxa...

Em relação às Técnicas de Orçamento de Capital, a Taxa Interna de Retorno (TIR), ou Interest Rate Return (IRR), é muito utilizada, devido ao fato de se apresentar como uma “taxa de retorno”, permitindo a comparabilidade entre diversos projetos. Apesar de ampla utilização, ela apresenta alguns problemas e cuidados necessários.

Entre as afirmativas apresentadas, assinale a alternativa INCORRETA em relação à utilização da TIR.

Fonte: BERK, Jonathan; DEMARZO, Peter. Finanças Empresariais. Tradução de Christiane de Brito Andrei. Porto Alegre: Bookman, 2009. (adaptado).


A

A TIR considera o reinvestimento automático dos fluxos de caixa intermediários à própria taxa calculada.


B

Em comparação com o método VPL (Valor Presente Líquido) ou NPV (Net Present Value), a TIR, na presença de fluxos de caixa maiores, na fase inicial do projeto, quando comparados dois ou mais projetos, pode apresentar resultados conflitantes na escolha do melhor projeto, em relação ao VPL.


C

Um dos defeitos da TIR é o fato de considerar o reinvestimento automático dos fluxos de caixa intermediários à própria taxa calculada, e a forma de corrigir esse problema é a utilização da Taxa Interna de Retorno Modificada (MTIR), que considera o reinvestimento dos fluxos de caixa intermediários utilizando uma taxa de reinvestimento (quando positivos) e uma taxa de financiamento (quando negativos).


D

O método TIR representa a taxa interna de um projeto, não sendo necessário identificar previamente uma taxa de desconto, TMA (Taxa Mínima de Atratividade) ou Custo de Capital. Todavia a identificação dessa taxa de desconto é necessária para definir se o projeto é ou não viável, sendo viável quando a TIR>TMA (ou Custo de Capital).


E

O método TIR é recomendado na presença de fluxos de caixa não convencionais (mais de uma inversão de sinal).