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TEXTO PARA AS QUESTÕES 09 E 10


Adilson Avansi de Abreu, em seu artigo intitulado “A Cultura e a Extensão como motivação da atividade universitária” analisa o histórico do conceito de extensão na USP. Sobre o momento da fundação da universidade, ele analisa que “(...) as atividades de extensão eram, em 1934, concebidas no contexto da ‘vulgarização das ciências, das letras e das artes’, fundamentalmente através de procedimentos formais do tipo ‘aula’, através dos meios de comunicação de massa da época.”


Abreu, A.A., Revista de Cultura e Extensão,

n. 0, 2005, p. 14

Leia o texto:


“A gestão do conhecimento é uma questão de primeira ordem. Vivendo em um cenário de extrema complexidade, profissionais no mercado corporativo são pressionados para a compreensão dos fenômenos que acontecem no mundo.

Transformações nos campos econômicos, políticos e sociais modificam constantemente o ambiente de negócios.

As ferramentas de consulta disponíveis para todas as pessoas não permitem mais a exploração da assimetria de informações como um diferencial para geração de valor.

Para a tomada de decisões que permitam a manutenção da competitividade das organizações, a utilização do conhecimento no estado da arte é cada vez mais relevante.”


Fonte: www.fia.com.br


Ao se referir à assimetria de informação, o texto


A

faz alusão ao fato de que, no mundo globalizado, a diferença de informação entre organizações constitui um fator de quebra de isonomia na tomada de decisão.


B

estabelece uma relação de desigualdade entre comprador e vendedor, fundamental para a geração de valor, que é potencializada pela dificuldade de acesso à informação e ao conhecimento, atualmente.


C

afirma que, em uma era de fake news se tornando muito intensas, não se pode mais usar informações como base para tomada de decisão, sendo necessário estar no estado da arte do conhecimento.


D

deixa claro que a facilidade de se obter informações no mundo atual faz com que isso não seja mais um diferencial no mercado, dando valor a um conhecimento mais sólido.


E

ressalta as relações desiguais entre profissionais do mercado coorporativo e dirigentes empresariais, uma vez que os primeiros só detêm parte da informação e os segundos, informação e conhecimento.