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Uma agroindústria piauiense de beneficiamento de caju avalia, pela lente VRIO, o seguinte recurso: um processo proprietário de secagem e torra, desenvolvido internamente, que reduz em 10% as perdas por quebra e melhora a uniformidade do produto final, elevando o preço médio de venda em contratos B2B. Concorrentes locais utilizam equipamentos similares, mas não dominam os parâmetros finos do processo (curvas de temperatura/tempo e pré-tratamento). Contudo, o conhecimento do processo está restrito a um mestre de produção e a um técnico, não há documentação operacional, os treinamentos são informais e a empresa não possui rotinas de auditoria para garantir que o padrão seja replicado em todos os turnos.
À luz do modelo VRIO, a implicação competitiva mais adequada é:
Paridade competitiva, pois o recurso é valioso, mas não é raro nem difícil de imitar.
Vantagem competitiva temporária, pois o recurso é valioso e raro, mas a empresa não está organizada para explorá-lo plenamente.
Vantagem competitiva sustentável, pois o recurso é valioso, raro e difícil de imitar, independentemente de estrutura e processos internos.
Desvantagem competitiva, pois o recurso não é valioso, já que depende de pessoas específicas.
Vantagem competitiva temporária, pois o recurso é valioso e a empresa está organizada, mas não é raro.


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