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Uma autarquia federal, pressionada por órgãos de controle externo, decidiu revisar seus resultados institucionais após identificar recorrentes falhas no cumprimento de metas, sobreposição de atividades entre setores e baixa responsabilização gerencial. A alta administração instituiu um comitê para reavaliar o processo de gestão, constatando que:
- As metas estratégicas não eram claramente desdobradas em objetivos operacionais.
- Havia definição formal da estrutura organizacional, mas com fraca articulação entre as unidades.
- Os relatórios de desempenho eram produzidos, porém sem gerar ações corretivas consistentes.
À luz da Teoria Geral da Administração e das funções administrativas clássicas, é correto afirmar que as principais fragilidades observadas decorrem, respectivamente, de deficiências nas funções de:
Organização, direção e controle, pois a definição de objetivos, a articulação intersetorial e a correção de desvios dependem exclusivamente dessas funções.
Planejamento, coordenação e controle, considerando que o desdobramento de objetivos, a integração entre unidades e a retroalimentação decisória são essenciais ao ciclo administrativo.
Planejamento, organização e controle, tendo em vista que a formulação de objetivos, a articulação estrutural e o acompanhamento dos resultados são pilares do processo administrativo.
Planejamento, organização e direção, uma vez que a ausência de metas claras, a estrutura formal e a produção de relatórios são elementos centrais dessas funções.


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