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A gestão por resultados na produção de serviços públicos requer uma arquitetura de medição que preserve a responsabilidade gerencial e reconheça limites de atribuição.
Essa arquitetura é corretamente estruturada ao:
atribuir à unidade executora as mudanças observadas nos impactos finais, usando fatores externos como justificativas posteriores quando as metas pactuadas deixam de ser alcançadas.
ligar insumos, atividades, produtos e resultados, distinguir controle, contribuição e atribuição, combinar eficiência, qualidade e equidade e monitorar efeitos adversos e manipulação de indicadores.
concentrar a responsabilização nos produtos entregues, tratar resultados sociais como variáveis contextuais e aferir a qualidade pelos padrões internos definidos por cada unidade prestadora.
agregar resultados em um índice único, permitir compensação integral entre dimensões, associar recompensas à pontuação e tratar o escore como evidência suficiente de valor público.
substituir controles de processo por contratos de resultados, ampliar a autonomia gerencial e medir o valor público pela diferença entre as metas acordadas e os produtos realizados.