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A integração entre a gestão de riscos e o planejamento estratégico é parte importante para o sucesso das organizações contemporâneas. Enquanto a ISO 31000:2018 orienta que gerenciar incertezas auxilia no estabelecimento de estratégias, o Balanced Scorecard de Kaplan e Norton oferece a estrutura para monitorar o desempenho organizacional através de múltiplas perspectivas que devem considerar esses riscos.
Com base na convergência entre a gestão de riscos e o Balanced Scorecard para o alcance dos objetivos organizacionais, é CORRETO afirmar que
a aplicação do Balanced Scorecard prioriza o controle de ativos físicos e dados históricos, o que reduz a necessidade de considerar incertezas ou mudanças no contexto externo durante a fase de monitoramento e análise crítica dos objetivos.
a gestão de riscos deve ser integrada à governança e à estratégia, funcionando como um processo iterativo que apoia a tomada de decisão fundamentada e a proteção de valor em todas as perspectivas do Balanced Scorecard, da base de aprendizado organizacional até os resultados financeiros.
o processo de gestão de riscos deve ser mantido como uma atividade-chave do planejamento estratégico, embora isolada de cenários de inovação, naturalmente incertos, evitando, assim, que a subjetividade dos fatores humanos e culturais influencie a objetividade das métricas de desempenho definidas no modelo de Kaplan e Norton.
Os critérios de risco devem ser estabelecidos de forma sólida e protegidos para que não sejam sujeitos a variabilidade, no início do ciclo de gestão, visando garantir que as flutuações no desempenho operacional não alterem a estratégia macro definida pela alta direção.