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Uma secretaria municipal estabeleceu como objetivo estratégico “reduzir o tempo necessário para concessão de determinado serviço ao cidadão sem comprometer a qualidade da análise”. Para acompanhar a execução da estratégia, foram definidos os seguintes indicadores:
I. Percentual de processos concluídos dentro do prazo estabelecido;
II. Custo médio administrativo por processo concluído;
III. Número absoluto de servidores lotados na unidade;
IV. Percentual de processos devolvidos para correção em razão de falhas na análise;
V. Grau de satisfação dos usuários com o serviço prestado.
Ao analisar o conjunto de indicadores sob a perspectiva da gestão por resultados, a equipe técnica concluiu corretamente que:
Somente I e V constituem indicadores de resultado, porque medidas de custo e retrabalho pertencem exclusivamente ao controle contábil e operacional.
III é o indicador mais adequado para avaliar eficiência, pois a quantidade de recursos humanos determina diretamente o desempenho produzido pela unidade.
I, II, IV e V permitem observar dimensões distintas do desempenho, enquanto III, isoladamente, representa principalmente uma informação sobre recurso disponível e não demonstra o resultado alcançado.
II e III são suficientes para mensurar eficiência e eficácia conjuntamente, porque a relação entre quantidade de servidores e custo administrativo permite inferir a qualidade da entrega realizada.
I, IV e V medem exclusivamente efetividade, enquanto II representa eficácia e III corresponde à eficiência operacional.