O modelo de excelência em gestão pública, adaptado do modelo da FNQ − Fundação Nacional da Qualidade,
A
promove o enxugamento organizacional e transfere as operações não essenciais para terceiros.
B
é um processo de top-down (de cima para baixo), que significa abandonar os processos existentes e começar do zero.
C
encontra-se alicerçado no binômio: princípios constitucionais da administração pública e fundamentos próprios da gestão
de excelência contemporânea.
D
pressupõe a celebração de contratos de gestão, para o estabelecimento de metas e indicadores de desempenho.
E
possui, como fase inicial, a identificação das forças e fraquezas da instituição e, como objetivo final, o estabelecimento de
oportunidades e desafios.